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Artigos Sexta-feira, 03 de Abril de 2026, 15:41 - A | A

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Sexta-feira, 03 de Abril de 2026, 15h:41 - A | A

CORONEL FERNANDA

Não vão nos calar: o trabalho da CPMI do INSS vai continuar

CORONEL FERNANDA

Hoje faz exatamente uma semana que a CPMI do INSS sofreu um golpe e foi enterrada por uma manobra política da esquerda. Faz uma semana que o presidente Lula e sua turma tentaram impedir que fosse feita justiça para aposentados e pensionistas que foram enganados em nosso país. Estamos falando de mais de 6 milhões de vítimas, incluindo idosos, órfãos, viúvas e pessoas doentes.

Lula e sua turma conseguiram impedir a continuidade da “CPMI da Justiça pelos aposentados e pensionistas”, mas não vão conseguir impedir e acabar com todo o trabalho que foi feito e que agora estará nas mãos dos órgãos fiscalizadores.

Faço questão de registrar hoje – e farei sempre – o meu sentimento, que mistura indignação, frustração e responsabilidade. Indignação porque o Brasil assistiu ao sepultamento de uma investigação essencial. Frustração porque sei que poderíamos, e deveríamos, ter ido mais longe. E responsabilidade porque não vou me calar diante do que aconteceu naquela sexta-feira, 27 de março de 2026.

Naquela sexta-feira, fiquei emocionada porque tenho uma imensa responsabilidade nos ombros e a esperança de entregar um estado de Mato Grosso melhor; um país mais justo.

Sou idealizadora dessa investigação e, quando propus a criação da CPMI ao lado da senadora Damares Alves (PL), meu objetivo era claro: dar voz aos aposentados e pensionistas que tiveram seus benefícios violados por um esquema cruel de descontos indevidos. Pessoas simples, muitas vezes invisíveis, que dependem daquele dinheiro para comprar o mínimo: o arroz e o feijão.

Convicta do meu papel e da minha responsabilidade, fiz a proposta e chegaram a fazer chacota. Fui desacreditada. Fui ameaçada. Mesmo assim, não recuei, porque sabia que estava defendendo as pessoas que mais precisam.

E ficou claro por que tantos se opuseram à CPMI. Nós começamos a revelar o que muitos queriam esconder: um rombo cruel e nefasto que beneficia a alta cúpula brasileira e penaliza os menos favorecidos.

Com trabalho sério e comprometimento, a CPMI conseguiu expor o que considero o maior esquema de roubo contra aposentados da história do país. Estamos falando de mais de R$ 6 bilhões desviados diretamente de benefícios previdenciários – e teve mais: com indícios que ultrapassam R$ 100 bilhões em operações suspeitas envolvendo consignados.

Ao final, o relatório da CPMI apresentado pelo deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) apontou mais de 200 pedidos de indiciamento, um número que escancara a dimensão desse escândalo e a necessidade de responsabilização exemplar – não importa se o investigado é o filho do presidente da República.

Como diz o ditado: vamos dar nome aos bois. O relatório cita nomes de grande influência política e econômica, como Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”; Daniel Vorcaro; e Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. A lista com os demais nomes está disponível em meu site oficial, confira lá.

Ninguém está acima da lei e isso explica por que houve tanta resistência na investigação da CPMI. E “talvez” seja por isso que articularam o fim da CPMI do INSS antes da hora.

Eu disse naquele dia e repito hoje: o povo brasileiro não pode esquecer que houve uma manobra da turma da esquerda para enterrar essa investigação. Não podemos aceitar silêncio nem blindagem diante de um escândalo dessa magnitude. Não quando estamos falando de milhares de aposentados e pensionistas prejudicados.

O encerramento da CPMI, após decisão do Supremo Tribunal Federal que impediu sua prorrogação, não apaga o que foi descoberto. Mas limita o alcance da investigação dentro do Parlamento. E isso, sim, enfraquece a resposta que a sociedade esperava.

É triste ver grupos políticos comemorando o fim da CPMI enquanto milhares de aposentados choram – e foi por isso que eu chorei. Como policial militar, já enfrentei muitas situações difíceis e nenhuma delas me fez recuar. Pelo contrário, cada desafio só reforça meu compromisso de combater o que está errado.

Aposentados e pensionistas, garanto a vocês que vou concentrar todos os meus esforços em acompanhar cada um dos indiciados por essa CPMI. Mas essa luta não é só minha: é preciso que o povo brasileiro também se levante; que pressione; que fique indignado; que lute!

E eu vou continuar lutando, custe o que custar.

* Coronel Fernanda, deputada federal do PL de Mato Grosso

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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