Quarta-Feira, 12 de Fevereiro de 2020, 07h:20

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A importância da etiqueta

Por: PRI PREVIATO

O assunto aqui dessa vez não se trata de etiqueta como forma de comportamento, muito menos da necessidade de conferir a marca da roupa, e sim, verificar se aquela peça vale o investimento, e assim, ter ferramentas para realizar compras mais assertivas.

Muitas pessoas possuem o hábito de tocar no tecido e pensar “vou levar este, pois é fresco”, ou “esse não dá, muito grosso e quente”, apenas repense na forma de classifica-los, já leu a etiqueta de composição antes de chegar a qualquer conclusão?

Muitas vezes o tecido pode ser enganador, ter aparência e dar sensação ao tato de que se trata se uma peça fresquinha, porém, aquela trama pode ser composta de produtos sintéticos e assim tornarem-se peças extremamente quentes.

A composição do tecido pode ser classificada em três grupos: Naturais, Sintéticos e artificiais:

FIBRAS NATURAIS: Aquelas de origem animal, vegetal ou mineral, produzidas pela natureza. Quando a peça têxtil é produzida de fibra natural tem-se uma peça duradoura, em sua maioria extremamente confortável e a informação mais pertinente para Cuiabá, essas são peças frescas, ou seja, não basta pegar no tecido, é necessário verificar a composição do mesmo para saber se realmente é mais fresco ou não. Esses tecidos proporcionam a pele respirar, assim, quando advém o suor ele não fica preso a pele, não causa aquela sensação de pessoa molhada e consequentemente evita o mau cheiro. Dentre os tecidos naturais estão: Seda, Linho e algodão.

FIBRAS ARTIFICIAIS: No que diz respeito as fibras artificiais, são confeccionadas em laboratório, porém, a matéria prima utilizada para produzi-las é de origem natural, por isso são tecidos ainda interessantes para locais quentes, como Cuiabá, e neste caso o valor de investimento é menor em relação aos tecidos naturais. Nessa classificação encontra-se a viscose, o acetato, o Lyocel e o Modal.

FIBRAS SINTÉTICAS: São as fibras mais encontradas nas peças têxtis atualmente, tendo em vista que tem seu valor inferior as demais, assim, barateando o custo de produção e de venda. Acontece que, as fibras sintéticas são produzidas através de matérias primas como o petróleo, assim, quando utilizada ela veste o corpo de forma semelhante a uma capa de plástico, por isso, muitas vezes causa mau cheiro em quem a utiliza. Ainda como ponto negativo tem-se as famosas bolinhas e esse tipo de fibra é a campeã nesse quesito. As vantagens dessa classe são o fato de não amassar, e de ser quentinha para ocasiões que assim for interessante. Os tecidos classificados como sintéticos são: poliéster, poliamida e acrílico.

Por fim, dentre essas fibras não existe aquela que é de todo ruim ou de todo boa, como tudo na vida tem dois lados, exemplo o linho é uma fibra natural, sofisticada, porém é um tecido que amassa. Portanto a importância de verificar a etiqueta, para analisar e decidir qual fibra realmente se encaixa em seu bolso, gosto e rotina. Além disso para saber quando aquela pecinha de investimento elevado vale realmente a pena. Enjoy.

(*) PRI PREVIATO é Consultora de Estilo e Imagem e escreve para HiperNoticias às quartas-feiras. Instagram: priscila.previato – Facebook: pripreviato

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