A causa da morte não foi divulgada, mas Débora, que tinha 45 anos, estava internada desde o início de julho, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Débora começou a cantar ainda na infância, em uma igreja evangélica. Além de sua carreira solo, ela também fazia backing vocal em gravações de grandes nomes do samba, como Xande de Pilares, Reinaldo, Beleleu e de seu tio, Arlindo.
Passou pelas escolas de samba Arranco de Cascadura, Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos do Viradouro, na qual, atualmente, era cantora de apoio nos desfiles.
Nome conhecido nas rodas de samba cariocas, Débora costumava abordar as composições de seu pai, Acyr Marques, como Coisa de Pele (em parceria com Jorge Aragão), Insensato Destino (gravada por Almir Guineto) e Casal Sem Vergonha (composta com Zeca Pagodinho).
Nas redes sociais, artistas ligados ao samba lamentaram a morte de Débora. "Meu Deus, que tristeza", escreveu Teresa Cristina. "Eu tô desolada. Inacreditável, meu Deus", escreveu a prima Flora Cruz.
(Com Agência Estado)
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