"Existem várias pessoas que estão sendo levadas em consideração. Prefiro não fulanizar o processo, até porque tem pessoas de partidos que não estão confirmados que estarão conosco. Depois dessa definição é que poderíamos definir quem será essa candidata e fazer um convite formal. Não fizemos convite a ninguém, que eu saiba. Houve sondagens, é evidente, mas convite mesmo eu acredito que não tenha havido", declarou a jornalistas, na sede do PL, em Brasília, após reunião com Flávio e Valdemar.
Ao ser questionado se um possível nome seria o da administradora Daniella Marques, Marinho respondeu: "Sabemos que é importante termos uma mulher, mas não uma mulher por ser mulher, em função do gênero, alguém que tenha representatividade, legitimidade, capacidade de interlocução, consiga se comunicar da maneira adequada com o eleitorado feminino".
Flávio já sinalizou a intenção de escolher uma mulher para o posto, de olho no público feminino. Valdemar Costa Neto defendia o nome de Tereza Cristina, com o argumento de que agregaria votos. Outros nomes ventilados são Daniella Marques e a deputada Simone Marquetto (PP-SP).
Palanques estaduais
Marinho admitiu haver uma preocupação sobre o fechamento de palanques de Flávio em Estados como o Rio de Janeiro e Minas Gerais. "Preocupação sempre há, mas temos caminhos a serem percorridos. Estamos tranquilos que vamos fechar bons palanques nos dois Estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, já temos nossa candidato a governador e ao Senado", declarou, referindo-se a Douglas Ruas (PL), nome do PL para o governo do Rio, e de Carlos Portinho (PL), ao Senado.
A sigla também sofre indefinições em Estados com o Distrito Federal, após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmar que pode desistir de concorrer.
(Com Agência Estado)
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