O episódio traz versões de canções conhecidas da trajetória de Alceu Valença, como Anunciação e La Belle de Jour, adaptadas ao formato intimista que caracteriza o projeto.
Acostumado a grandes públicos, o artista afirmou ter sido surpreendido pela dinâmica da apresentação. "Decidimos na hora o que iríamos tocar. Eu não sabia que ia ter plateia e nem que eles podiam cantar. Vi que a plateia estava receptiva, chamei o povo e todo mundo participou! Virou a orquestra de Alceu e seu coro. O coro era a plateia. Muito bom! Ficou uma maravilha!", disse.
Alceu se apresenta acompanhado por Nando Barreto (baixo), Tovinho (teclado), Zi Ferreira (guitarra e violão), Costinha (sax e flauta), Cássio Cunha (bateria) e Lui Coimbra (violoncelo e violão).
Trajetória e relevância na música brasileira
Nascido em São Bento do Una, em Pernambuco, em 1946, Alceu Valença iniciou a carreira artística no início da década de 1970. Seu primeiro álbum foi lançado em 1972, em parceria com Geraldo Azevedo, e o disco solo Molhado de Suor, de 1974, marcou o início de uma trajetória consolidada na música brasileira.
O reconhecimento nacional se intensificou a partir dos anos 1980, período em que o artista lançou álbuns como Coração Bobo, Cinco Sentidos e Cavalo de Pau, passando a realizar apresentações em grandes espaços pelo País. Desde então, manteve produção contínua, com projetos autorais, colaborações e trabalhos temáticos.
Entre os lançamentos recentes estão o álbum Bicho Maluco Beleza (2024), voltado ao repertório carnavalesco, e uma versão bilíngue de Belle de Jour, gravada em parceria com a cantora francesa Zaz.
Em 2025, Alceu realizou uma turnê pela Europa ao lado da Orquestra Ouro Preto. Para 2026, o artista prepara a turnê 80 Girassóis, em comemoração aos seus 80 anos.
(Com Agência Estado)
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