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Política Terça-feira, 18 de Novembro de 2025, 11:09 - A | A

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Terça-feira, 18 de Novembro de 2025, 11h:09 - A | A

"MUITO DÍFICIL"

Samantha Iris minimiza chance de Carlos Bolsonaro ser candidato ao Senado por MT

Instabilidades no PL e em suas alianças motivaram uma mobilização de parlamentares do núcleo duro do bolsonarismo em Mato Grosso para que Carlos Bolsonaro dispute a senatória pelo Estado

RAYNNA NICOLAS E ALINE COÊLHO
Da Redação/Do Local

A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), minimizou a possibilidade do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) disputar o Senado por Mato Grosso. A hipótese começou a ser ventilada depois do desgaste do governador Mauro Mendes (UB) com o irmão de Carlos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).

Mauro era o segundo candidato com apoio cravado pelo PL ao Senado em 2026. O primeiro nome é o de José Medeiros, que é do próprio partido. No entanto, o cenário mudou quando Mendes se envolveu num bate-boca público com Eduardo Bolsonaro, o que estremeceu a viabilidade da aliança com os liberais.

Em contrapartida, o PL também encontra dificuldades para conciliar interesses em Santa Catarina, Estado pelo qual originalmente Carlos Bolsonaro concorreria ao Senado. Ocorre que, no Estado sulista, o PL já tinha compromisso de lançar lideranças locais. Além do senador Esperidião Amin, o PL-SC também lançaria a deputada federal Caroline de Toni para a senatoria. A entrada de Carlos Bolsonaro no tabuleiro é motivo de racha no diretório.

As instabilidades motivaram uma mobilização de parlamentares do núcleo duro do bolsonarismo em Mato Grosso para que Carlos Bolsonaro ocupe o suposto vácuo deixando por Mauro Mendes. Para Samantha, a movimentação é improvável.

“Acho muito difícil isso acontecer. Acho que no contexto nosso, é muito difícil. Ainda tem muita água para rolar e acredito que as coisas ainda estão muito longe de começar a se desenhar”, ponderou.

À imprensa, a vereadora frisou que o momento é de ventilar nomes, discutir conjunturas, mas as discussões são antecipadas e distantes de representar quaisquer definições.

“Eu acho que qualquer discussão sobre 2026 é muito antecipada. A gente ainda está cuidando de Cuiabá. Está cedo. Acho antecipado falar sobre o ano que vem, mas a fala é livre, todos podem falar e sugerir os nomes que quiserem. Mas a gente sabe que o fator de 2026 só vai ser definido em 2026 mesmo”, reforçou.

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