Explica-se: em fins de fevereiro ou início de março, o plenário da Câmara Federal deve votar a regulamentação do poder de investigação do MPF. No âmbito do Ministério Público, porém, isso é considerado restrição.
“Veja bem: não foi produzida nenhuma prova nova... A única coisa que julgamos é que o MP deseja intimidar a Câmara, que está prestes de votar o poder de investigação do Ministério Público”, afirma Medeiros.
O inquérito contra Campos tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) desde abril de 2011, e foi instaurado para apurar suposto envolvimento do parlamentar em dois assassinatos ocorridos em 2004, em São Paulo.
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A defesa de Júlio discorda de que o empresário Antônio Ribeiro Filho e o geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly teriam sido assassinados por causa de uma disputa por terras em Mato Grosso.
“Essa denúncia de que a motivação seria por causa de uma briga de terra é tão esdrúxula que não faz sentido. O deputado Júlio [Campos] não conhecia o senhor Nicolau e o empresário Ribeiro Filho era seu amigo. Tanto que, quando ia a São Paulo, o deputado hospedava em sua casa”, filosofa Medeiros.
TERRAS
Enquanto Antônio Ribeiro ainda estava vivo, doou parte das terras para o governo de Mato Grosso no governo Dante de Oliveira (PSDB) e, depois, para a União. O governo do Estado transformou a área no Parque Estadual do Juruena. E a parte do governo federal se transformou em Parque Nacional do Juruena. Desta forma, os 87 mil hectares – maior que Sergipe – são intocáveis.
Medeiros apurou que Ribeiro Filho e Nicolau Haraly estavam com problemas graves, por conta de terras, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul (MS).
“Eles tinham briga por terras. E os executores que foram presos, tiveram suas armas apreendidas e confirmadas o uso, no crime, no exame de balística. Um policial civil do MS e outro PM do MS. Júlio Campos nunca viu Nicolau na vida dele. Então, porque querem incluir o deputado federal nessa pendenga? Resposta: questão política”, emenda o advogado de Campos.
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Assessoria Juridica do DEM-MT 31/01/2013
Resposta ao sr.Ademar Adams,o eterno frustado e invejoso dos politicos de Mato Grosso: Esse inquerito de 2004,correu em SP, o deputado Julio Campos,siquer foi ouvido ou indiciado, ficou 4 anos no STJ,onde a PGR não fez nhenhuma denuncia,voltou para S.Paulo,após Julio Campos,deixar o TCE em 2008,e tambem o MPE de SP não o denunciou. Tendo sido eleito deputado federal em 2010,e assumido o mandato em 2011,o mesmo inquerito retornou a Brasilia,agora no STF sob relatoria do Ministro Marco Aurelio, que encaminhou novamente ao MPF/PGR em 2011.Ficando parado sem nhenhum fato novo,. só agora em Janeiro de 2013,ou seja 9 anos depois,o MPF resolve fazer a denuncia,após o deputado Julio Campos,ter votado em dezembro ultimo, a PEC que dá aos delegados das Policias,a competencia de investigar...retirando alguns poderes do Min.Publico do Brasil.Um mes depois...dessa votação na Comissão Especial da CD vem essa exdrusula denuncia. Vamos aguardar a decissão do Sr.Ministro do STF, antes de gente frustada como voce comemorar uma possivel abertura do processo.
Ademar Adams 26/01/2013
Esse advogado pensa que somos todos trouxas. Qual a importância de Julhinho na Câmara? Nenhuma, é um zero à esquerda, uma bananeira que já deu cacho conforme ele mesmo já declarou. Salvo engano, este processo estava no STJ quando Júlio era do TCE. Pelo jeito ele se candidatou a deputado, para mudar o foro para o STF onde tudo parceia mais fácil de engavetar. Agora, com o "moreno escuro" socando o pau nos políticos, ele esta com muito medo.
Josinete Silva e Silva 25/01/2013
Júlio Campos, inocente? Dá pra contar outra?
3 comentários