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Política Sábado, 14 de Março de 2026, 11:35 - A | A

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Sábado, 14 de Março de 2026, 11h:35 - A | A

ESCANTEADA

Fora da gestão, vice-prefeita diz que só resta “torcer” para Cuiabá dar certo

A vice-prefeita Vânia Rosa afirmou que está afastada das decisões do Executivo municipal e que não participa das reuniões com o secretariado da gestão do prefeito Abilio Brunini.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

A vice-prefeita de Cuiabá, Vânia Rosa (MDB), afirmou que está afastada das decisões da atual administração municipal e que, neste momento, resta a ela apenas “torcer” para que a gestão dê certo. A declaração ocorreu durante entrevista nesta semana, ao comentar o balanço dos dois primeiros anos da administração do prefeito Abilio Brunini (PL).

Segundo a vice-prefeita, ela não tem participado das decisões do Executivo e também não é convidada para reuniões com o secretariado da Prefeitura. “Eu estou bastante afastada da gestão do Executivo. Em nenhum momento sou convidada para estar com o secretariado ou participar de decisões”, afirmou. 

“Ainda moro em Cuiabá, ainda sou vice-prefeita da capital e torço para que tudo isso dê certo. Eu só torço para que dê o mais certo possível. Enquanto eu não posso participar, eu fico na torcida", completou ela. 

Diante dessa situação, Vânia disse que não tem condições de fazer uma avaliação mais detalhada da administração municipal, já que não acompanha de perto as ações do governo.

“Esse balanço, daqui a dois anos e pouco, quase três anos, nós teremos com mais clareza. Neste momento, infelizmente, eu não posso falar como está a gestão na versão do Poder Executivo”, declarou.

Vânia Rosa também relembrou sua atuação anterior em secretarias da gestão municipal, quando, segundo ela, teve participação mais direta nas ações do Executivo.

“Infelizmente não consegui participar ativamente da gestão agora. Aquilo que eu pude somar enquanto gestora foi na Secretaria de Assistência e na Secretaria de Mobilidade Urbana. Lá eu sabia fazer o Executivo e fiz da melhor forma possível”, afirmou.

Apesar de evitar uma classificação sobre a situação atual da gestão, ela admitiu que as demandas se acumulam em áreas críticas, tais como saúde, educação e infraestrutura.

 

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