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Política Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 21:08 - A | A

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 21h:08 - A | A

TERCEIRA VIA DA DIREITA

Marcelo Maluf confirma pré-candidatura ao Governo e prega fim do radicalismo

Aposentado das atividades empresariais, Maluf se apresenta como alternativa a Pivetta e Wellington Fagundes, defendendo o diálogo institucional com o Governo Federal

BIANCA MORTELARO
Da redação

O empresário Marcelo Maluf (Novo) confirmou sua pré-candidatura ao Governo do Estado nesta quarta-feira (15). Em coletiva, Maluf ressaltou que seu nome será uma terceira via para o eleitorado de direita mato-grossense e que a polarização ideológica no estado não irá interferir em diálogos com o governo federal de Lula, caso eleito.

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Com mais de 40 anos no ramo empresarial, Maluf recebeu o convite após sua filiação à sigla em Brasília e atribuiu a transição de carreira ao apoio recebido pela família.

“Sempre gostei da política, mas me impedia de ser qualquer coisa por causa das minhas atividades empresariais. Como eu já disse, hoje eu estou aposentado das atividades empresariais e quero me dedicar um pouco à vida política”, afirmou.

Questionado sobre o favoritismo de nomes como o atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e Wellington Fagundes (PL), Marcelo declarou que seu nome seria mais uma opção aos eleitores de direita.

“Olha, o Novo é um partido de direita. Queremos somar com todos os partidos de direita, mas hoje também coloco meu nome como pré-candidato. Mais uma alternativa para os eleitores nossos do estado de Mato Grosso avaliarem”, declarou.

Marcelo Maluf também ressaltou que apesar de reconhecer o cenário polarizado, entre direita e esquerda, não pretende ser radical e manterá diálogo com o Governo Federal, em um cenário em que o atual Presidente da República Lula seja reeleito.

“Se for eleito, eu vou estar numa instituição que é do estado de Mato Grosso, então tem que conversar. Quem é o presidente da República? O presidente Lula. Vamos conversar com ele, por que não? Sem radicalismo”.

O empresário finalizou a fala complementando que o diálogo é a base do processo democrático, mesmo que outros candidatos não o façam, sem citar nomes.

“Tem muitos candidatos, a gente sabe que é de direita ou de esquerda, que não pode conversar com outro, porque não é do partido, que tem outra tendência. Mas você está numa instituição, você tem que conversar com quem quer que seja do outro lado”, concluiu.

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