O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, uma visita do senador Wellington Fagundes (PL) à Papudinha, em Brasília. Além de Wellington, os advogados já requeriram o acesso de outros congressistas, como os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sanderson (PL-RS) e dos senadores Bruno Bonetti (PL-RJ) e Carlos Portinho (PL-RJ). Caso Moraes autorize, será o primeiro reencontro de Fagundes e Jair após o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciar o apoio do partido à pré-candidatura do senador ao governo.
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A última movimentação de Jair sobre as articulações ao governo em Mato Grosso foi do seu suposto aceno à chapa do vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicano), fato que não foi confirmado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) durante viagem a Mato Grosso. No entanto, Pivetta aproveitou o momento e se aproximou do grupo, participando de marcha em Brasília pela anisita ao lado de Michelle e prefeitos mato-grossenses, incluindo o seu aliado, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL).
A conversa entre os dois é considerada decisiva. Fagundes pode sair da Papudinha com a sinalização de quem será o seu vice ou seguir o mesmo caminho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que 'enterrou' o projeto à presidência em 2026 após ouvir de Jair que o candidato da direita ao Planalto seria seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Jair foi transferido para a Papudinha em 15 de janeiro. O local é considerado o 'QG' da extrema-direita nas eleições, da mesma forma que casa de Bolsonaro, no período de prisão domiciliar quando o ex-presidente atendeu 69 pessoas para discutir conjecturas.
O ex-presidente cumpre condenação de 27 anos e três meses imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito do golpe.
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