Alunos do Ensino Médio fizeram arruaça e quebra-quebra no centro de Várzea Grande por cerca de uma hora na noite de quinta-feira, após os protestos em defesa do passe livre e contra a corrupção. Eles também espalharam lixo nas ruas. O HiperNotícias apurou que eles são das escolas estaduais Fernando Leite de Campos, Pedro Gardés e Adalgisa de Barros.
O ato de vandalismo foi feito por um grupo isolado de cerca de 100 estudantes dos 4 mil que foram às ruas protestar, após eles saírem da manifestação em frente à Prefeitura de Várzea, que foi apedrejada, e do terminal André Maggi.
Antes, entre o prédio do Executivo e o terminal, eles depredaram dois ônibus intermunicipais e pelo menos um que fazia o trajeto no município, pertencentes à União Transportes. Seis estabelecimentos comerciais (restaurante, oficina, cabeleireiro e confecções) tiveram vidros quebrados e portas amassadas, em tentativa de arrombamento. A cabeleireira trabalhava na hora que o salão foi apedrejado.
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Durante todo o ato não foi registrada violência policial, apenas abordagens para averiguação. Em alguns momentos, próximo à igreja, os jovens hostilizaram policiais, com provocações do tipo "vou enfrentar vocês na justiça", "afasta, afasta". Em outros, eles também sentaram no asfalto da avenida Filinto Müller para impedir o trânsito.
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A MANIFESTAÇÃO
A manifestação contou também com participação de estudantes do Ensino Fundamental. Poucos adultos estiveram no ato. Ele fizeram concentração no Ginásio Fiotão.
Depois percorreram o centro. Ao passarem pelo Pronto-Socorro, rezaram um Pai Nosso. Depois, dirigam-se para a prefeitura, onde ficaram por meia hora.
Lá gritaram palavras de ordem como “político ladrão, me dê a solução”. Cartazes também marcaram os protestos, como na quarta-feira e quinta-feira em Cuiabá. Entre eles, “manifestação passiva, corrupção ativa”, “ato contra corrupção, fora Riva, fora ladrões engravatados”.
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Após bombas, houve dispersão dos manifestantes, quando eles resolveram ir para o terminal e fazer a arruaça no centro da cidade. Do terminal, com gritos de “você aí parado, também é explorado”, o grupo se desfez e ficou só o grupo de arruaceiros.
Cerca 20 policiais da Guarda Municipal cuidaram do prédio da prefeitura.
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