O ex-presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (Avante), afirmou que recebeu liberação do partido para apoiar o a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República. De acordo com Galvan, ao pactuar sua filiação ao Avante, antes da sigla anunciar o psiquiatra e escritor Augusto Cury como candidato, ele deixou acordado que não defenderia o palanque de qualquer outro nome que não estivesse ligado a ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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"Nós estamos liberados para escolher o presidente que nós desejarmos. Isso foi acertado com o presidente do Avante. Então continua essa premissa. Então é Flávio. É Flávio Bolsonaro, com certeza", afirmou Galvan ao Estadão MT nesta terça-feira (7).
Galvan se filiou ao Avante após semanas de negociação com o PL e Podemos. A sigla entrou como terceira via. Sua prioridade era o Partido Liberal, porém, não recebeu espaço para concorrer apenas como deputado federal e acabou recuando. A "namoro" com o Podemos do presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi, também não prosperou e ele acabou "casando" com o Avante.
O produtor rural chegou a ser sondado pelo Democracia Cristã. O DC propôs que Galvan migrasse o grupo para compor a chapa à majoritária como suplente, mas ele se recusou a suprimir o seu projeto político para ingressar no grupo.
"Posso aceitar alguém que não é suplente é meu, mas eu de suplente é de alguém de forma e maneira nenhuma", disparou.
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