O documento também aponta que algumas medidas de expectativas de inflação de curto prazo subiram, refletindo a forte alta dos preços do petróleo.
"Com a inflação permanecendo acima de 2% desde o início de 2021, e diante dos possíveis efeitos dos desdobramentos no Oriente Médio, um risco relevante era que a inflação pudesse se mostrar mais persistente do que a equipe técnica antecipava", diz o Fed.
Apesar de o Fed ter revisado para cima sua previsão de inflação neste ano, a avaliação base do comitê e da equipe segue sendo a de que a inflação deve retornar à meta de 2% no fim do próximo ano, embora o caminho possa ser irregular. "Com a expectativa de que os efeitos dos preços mais altos do petróleo e das tarifas sobre a inflação diminuam mais adiante neste ano, projetava-se que a inflação voltaria à sua tendência desinflacionária anterior."
(Com Agência Estado)
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