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Política Sexta-feira, 06 de Outubro de 2023, 17:38 - A | A

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Sexta-feira, 06 de Outubro de 2023, 17h:38 - A | A

CASO EDNA SAMPAIO

Comissão responde juiz sobre notificação de testemunhas e entrega relatório nesta 6ª

Rodrigo Arruda acredita que parecer não enfrentará novos questionamentos judiciais, pois a única questão levantada quanto às oitivas foi esclarecida

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A Comissão de Ética da Câmara Municipal de Cuiabá respondeu os questionamentos do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública, Agamenon Alcantara Moreno Junior, sobre a notificação das testemunhas indicadas para novas oitivas pela vereadora Edna Sampaio (PT). O presidente do grupo de trabalho, Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania), voltou a apontar a ausência de dados para notificar as pessoas arroladas pela defesa da parlamentar e afirmou que, caso a petista não protocole sua versão até 17h desta sexta-feira (6), o relatório com o parecer será entregue à Mesa Diretora. 

LEIA MAIS: Comissão de Ética indefere redesignação de testemunhas e mantém Rodrigo Arruda na presidência

"Geralmente, o interesse seria dela de querer se defender de uma coisa que está sendo inverstigada. É obrigação da Comissão de Ética notificar as testemunhas quando estão qualificadas nos autos. Quando você quer que alguém seja ouvido, você qualifica com endereço, e-mail e telefone, o que não aconteceu. A vereadora Edna citou nominalmente, mas não qualificou tecnicamente as testemunhas", explicou Rodrigo Arruda. 

A partir da entrega do relatório final, o chefe do Legislativo, Chico 2000 (PL), pode submeter o parecer à votação no plenário já na próxima sessão ordinária, na terça-feira.

Edna Sampaio é investigada por suposto uso indevido da verba indenizatória da chefe de gabinete.  

"Se a vereadora não entregar sua defesa, encerra o trabalho da Comissão de Ética e encaminhamos ao presidente o parecer. O documento passa pela CCJ e, aprovando, o relatório poderá ser apresentado aos vereadores. A data para ir ao plenário será definida pelo presidente", disse o líder dos trabalhos.

Arruda está confiante de que a Justiça não irá contestar o teor do processo, pois a única exigência feita por Agamenon foram as oitivas, ponto que, segundo ele, já foi esclarecido.  

"O processo está bem instruído tanto é que a única situação que o juiz apresentou foi sobre as testemunhas e está tudo devidamente dentro do parâmetro legal", avaliou o vereador. 

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