O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) 'comprou' a provocação do ex-ministro da Agricultura, Neri Geller (PP), e publicou vídeo cortando lenha em sua fazenda, na cidade de Nova Mutum (242 km de Cuiabá). Em seguida, Cattani rebateu Neri e afirmou que ele "comete um crime" contra os produtores rurais ao legimitar o Ministério dos Sem Terra (MST), os incluindo como parte da reforma agrária. O deputado também devolveu os ataques aos seus familiares, relembrando quando a esposa de Neri, a empresária Judite Maria Piccini, foi detida em 2016 por crime eleitoral.
"Nós racha sim, Neri. Rachar lenha nunca foi um problema, nem outro serviço da roça que precisa ser feito. O problema não é a desvirtuação de vídeos. O problema é que você legitima esse movimento canalha, esse movimento terrorista que é o que é o MST", disparou o deputado.
LEIA MAIS: Cattani alfineta Geller e ex-ministro manda deputado "rachar lenha"; veja vídeo
A troca de farpas nas redes sociais em Neri e Cattani tem alguns capítulos. O início foi a declaração do ex-ministro em podcast associando a fundação de Lucas do Rio Verde (333 km de Cuiabá) a invasão no Rio Grande do Sul. Cattani gravou um vídeo de resposta, esclarecendo que a versão estava incorreta e que os assentados do sul foram convidados pelo Incra para produzir em Lucas, fomentando o agronegócio na região. No entanto, o bolsonarista não ficou apenas nessas palavras e vinculou a imagem do ex-ministro à esquerda e ao MST.
Geller rebateu e citou o pai, irmã, o cunhado e o próprio Cattani como figuras beneficiadas pela reforma agrária. Essa história sempre é lembrada por Cattani, que mora em um assentamento em Mutum e até escreveu livro contando sua trajetória como contemplado da reforma. No entanto, a divergência com o ex-ministro está na legimitidade ao MST, fato condendo pelo bolsonarista que classifica o movimento como "terrorista".
"Isso é um crime, um crime contra os produtores que são atacados constantemente por esse movimento", disse Cattani.
Ao defender os familiares, o deputado lembrou a prisão de Judite, denunciada ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) pela entrega de vale-combustível no posto de gasolina da família em Lucas no período das eleições. Materiais de campanha do, à época, candidato a prefeito Luiz Binotti (PSD) também foram apreendidos.
"Nas últimas eleições a tua mulher foi pra cadeia. Quem pediu pra que ela fosse? Já faz um favor, para de falar da minha (família)", concluiu o deputado, encerrando o embate entre os dois.
VEJA VÍDEO
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.



Mixtense 08/01/2026
Uma praga dessas ainda usa a CAMISA DO MIXTO sai fora forasteiro
1 comentários