10H30 - O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL), a médica Natasha Slhessarenko (PSD), Rafaell Millas (Missão), Maurício Coelho (Mobiliza) e Sargento Laudicério (Agir) estão nos estúdios da TV Vila Real, onde participam, nesta terça-feira (1º), do primeiro debate televisivo das eleições para o Governo de Mato Grosso em 2026.
Promovido pelo Grupo Gazeta de Comunicação, o debate será dividido em cinco blocos. A primeira etapa terá perguntas de jornalistas, enquanto os blocos seguintes serão marcados por confrontos diretos entre os candidatos. O último será reservado às considerações finais.
A ordem de participação dos candidatos foi definida por sorteio. Acompanhe no HNT.
10H38 - O jornalista Daniel Pettengil abriu o debate com uma pergunta à candidata Natasha Slhessarenko sobre as estratégias de enfrentamento às facções criminosas.
10h39 - A candidata do PSD defendeu a integração entre as forças de segurança. "Inteligência é a palavra de ordem", acrescentou. Natasha também defendeu a ampliação do efetivo de policiais e o aumento das vagas em presídios.
10h40 - Na réplica, Daniel Pettengil reafirmou a pergunta questionando o que a candidata fará para retomar o controle dos 142 municípios sob controle de facções. Natasha atribuiu a situação à ausência do estado e reforçou a resposta de que pretende, de forma integrada, reforçar a segurança nos municípios.
10h41 - Na sequência, a jornalista Luciana Gavilia direcionou sua pergunta a Otaviano Pivetta. A apresentadora do Notícia de Frente questionou o atual governador e candidato à reeleição sobre o superendividamento dos servidores públicos. "É culpa dos servidores ou também é culpa do estado?", perguntou.
10h41 - Pivetta respondeu destacando as ações realizadas para conter a atuação irregular de instituições financeiras credoras de empréstimos consignados e a suspensão dos cartões de crédito consignados.
10h43 - Luciana reafirmou a pergunta sobre a culpa do estado. Pivetta admitiu que o estado participou, mas disse que os servidores também tomaram iniciativa de contratar os empréstimos e prometeu corrigir eventuais abusos.
10h44 - Michelly Figueiredo perguntou para o candidato Sargento Laudicério sobre a distribuição de duodécimo entre os poderes. Sargento Laudicério abriu a resposta dizendo que em seu governo a periferia vai subir ao Palácio Paiaguás e que trará os órgãos competentes para tomar decisões científicas e buscar a distribuiçao que dá retorno efetivo à população.
10h45 - Na réplica, a jornalista perguntou reforma tributária vai ser levada em consideração. Sargento Laudicerio disse que a reforma prejudica o Estado, mas que a principal preocupação é buscar proteger a produção em Mato Grosso.
10h46 - Nayana Bricatt direcionou pergunta ao candidato Wellington Fagundes. A jornalista questionou a destinação de emendas parlamentares, a fiscalização e transparência na aplicação de recursos e se Fagundes pretende adotar medidas sobre o modelo atual.
10h47 - Wellington afirmou, na resposta, que as emendas parlamentares são regidas pela lei e que só poderá falar sobre as emendas mediante a aprovação do orçamento.
10h48 - Na réplica, a jornalista continou a questionar a transparência na destinação e fiscalização das emendas. Fagundes se esquivou novamente, afirmando que as emendas são feitas para atender a base.
10h49 - Daniel Santos, do Cadeia Neles, questionou Rafael Millas sobre os índices alarmantes de feminicídios em Mato Grosso. O jornalista perguntou sobre as ações para frear as mortes de mulheres e dar suporte aos órfãos do feminicídio.
10h49 - Rafael respondeu que vai criar um protocolo de atendimento para o feminicídio, garantindo a triangulação entre saúde, polícia e a área social.
10h50 - Daniel pergunta ao candidato se assume um compromisso público em reduzir os índices de feminicídio e insiste nas pergunta sobre as ações voltadas aos órfaos do feminicídio.
10h50 - Rafael explica que o acolhimento aos órfãos está previsto na parte social de seu protocolo e diz que o seu compromisso é que os feminicidios não aconteçam.
10h51 - Noelma Oliveira finalizou o primeiro bloco do debate com uma pergunta destinada a Maurício Coelho sobre os incentivos concedidos a barões do agro e o que ele fará para que os investimentos cheguem ao povo.
10h52 - Maurício diz que esse é o ponto principal de sua campanha e citou R$ 15 bilhões em renúncias fiscais. Na réplica, Noelma perguntou sobre a fiscalização dos recursos.
10h53 - Maurício propôs fazer auditorias nas concessões.
SEGUNDO BLOCO
No segundo bloco, os candidatos fizeram
11h00 - Otaviano Pivetta abriu o segundo bloco perguntando à médica Natasha Slhessarenko sobre o desenvolvimento de Mato Grosso. "Qual é sua proposta para continuar a agroindustrialização do Estado?", finalizou.
11h01 - Natasha prometeu continuar atraindo a indústria para Mato Grosso e citou, além da agroindustrialização, outros setores como o setor mineral, como outras potencialidades de Mato Grosso.
11h02 - Na réplica, Pivetta disse que já demonstrou saber fazer desenvolvimento em MT. Citou a melhora nos empregos, em capital humano e disse que o próximo passo é estimular a agroindústria a investir em Mato Grosso.
11h02 - Natasha, na tréplica, defendeu o crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social.
11h03 - Na segunda pergunta, Pivetta escolheu questionar Wellington Fagundes sobre educação. "O que o senhor fará para continuar construindo essa educação libertadora que implementamos?".
11h03 - Wellington respondeu dizendo que articulou o encontro entre o ex-governador Mauro Mendes e o ex-ministro Paulo Guedes, que rendou um empréstimo de U$ 100 milhões para investimentos no estado. No entanto, segundo Fagundes, o dinheiro não foi bem aplicado e a educação é deficitária.
11h03 - Na réplica, Pivetta disse que a gestão dele junto de Mauro Mendes fez a Educação sair da "escolinha de lata" para a educação libertadora. Fagundes disse que os avanços são pequenos diante do montante de recursos disponíveis e citou inquéritos sobre desvios na merenda escola e materiais didáticos.
11h04 - O apresentador do debate pediu para que Sargento Laudicério parasse de usar dispositivo eletrônico conforme regem as regras do debate. Sargento Laudicério deu sequência ao debate perguntando a Otaviano Pivetta sobre as ações para mulheres vítimas de violência.
11h05 - Pivetta respondeu citando ações como a criação de 87 patrulhas Maria da Penha, o botão de pânico, delegacia 24 horas em Várzea Grande, auxílio aluguel, programa de habitação e a Secretaria da Mulher.
11h06 - Sargento Laudicério reafirmou a pergunta questionando o que Pivetta fará para auxiliar as mulheres após o registro do boletim de ocorrência. Pivetta citou novamente o auxílio aluguel, bolsa família mulher e programa de habitação.
11h06 - Na sequência, Sargento Laudicério perguntou a Wellington Fagundes sobre o por que abandonar o mandato no Senado pela metade. "O senhor pode explicar por que o projeto de poder exige trocar de cargo agora?"
11h07 - Wellington Fagundes responde que está pronto, preparado e energizado para assumir o governo de Mato Grosso e que acumulou experiência para fazer uma boa gestao .
11h07 - Na réplica, Sargento Laudicério afirmou que Fagundes não respondeu a pergunta, mas na tréplica, Wellington insistiu que a experiência e as alianças formadas em 2026 dão a ele as credenciais para governar Mato Grosso, apesar do mandato do Senado.
11h08 - Natasha alegou que vai criar a "ficha suja Maria da Penha" e perguntou a opinião de Pivetta sobre a medida. Na resposta, Pivetta disse que aprova a ideia e vai adotá-la em seu governo.
11h09 - Na réplica, Natasha reforçou os índices de violência contra mulher em Mato Grosso e prometeu que vai cuidar das mulheres. Na tréplica, Pivetta afirmou que já está cuidando das mulheres.
11h10 - Natasha direcionou a segunda pergunta a Sargento Laudicério e questionou sobre o déficit de profissionais nas forças de segurança. Laudicério afirmou que as tropas estão cansadas e defendeu o aumento do efetivo para dar descanso aos policiais e defendeu a valorização das carreiras da segurança pública.
11h11 - Natasha disse que em seu governo mais policiais estarão nas ruas e mais bandidos estarão presos. Também prometeu que irá cuidar da saúde mental dos servidores públicos. Laudicério, na tréplica, disse que isso não é suficiente e cobrou assitência do estado aos policiais.
11h12 - Maurício Coelho iniciou sua rodada de perguntas questionando Sargento Laudicério o que ele acha da "gastança" de dinheiro público se referindo ao fundão milionário recebido pelos principais candidatos da disputa, Wellington, Natasha e Pivetta. Laudicério afirmou que faz campanha de moto e que sua arrecadação ocorre por meio de doações. "Nossa candidatura é o povo", disse.
11h13 - Na réplica, Maurício Coelho afirmou que o eleitor está pagando pela campanha de Wellington, Natasha e Pivetta. Na tréplica, Sargento Laudicério divulgou suas redes sociais.
11h14 - Mauricio perguntou à Dra. Natasha sobre o programa de cashback de cesta básica e quanto vai custar a proposta. Natasha afirmou que a medida é prevista na reforma tributária e que pretende adiantar a transição para tirar 500 mil pessoas da fome em Mato Grosso.
11h15 - Na réplica, Mauricio disse que Natasha não sabe quanto vai custar, nem quantas famílias vai atender. Em contrapartida, disse que tem propostas efetivas para cortar 30% do custo da cesta básica em Mato Grosso. Na tréplica, Natasha se defendeu sobre o fundão, dizendo que o repasse é legítimo e provou: "o senhor tem que responder o que a Polícia Federal estava fazendo na sua casa".
11h16 - Rafael Millas deu sequência ao debate perguntando a Wellington Fagundes o que as operações Sanguessuga, Máfia das Ambulâncias, Ararath e Atlantida têm em comum. Fagundes respondeu que nunca foi alvo de processos e chamou Rafael Millas de candidato de aluguel.
11h17 - Na réplica, Millas fez um trocadilho com o apelido de Fagundes de "melância" e afirmou: "semente demais, hein Wellington". Fagundes na tréplica disse que Millas afirmou que só foi ao debate com objetivo de "trucidá-lo" e disse que a eleição não será por W.O, mas por WF.
11h18 - Rafael Millas perguntou a Natasha sobre a presença de nomes como Gilmar Fabris e Emanuel Pinheiro no palanque da candidata. Natasha disse que tem a mesma régua de transparência para aliados e adversários e que é ficha limpa.
11h19 - Rafael Millas disse que isso não representa renovação e se colocou como candidato da nova política e citou o partido Misão e o candidato à presidência Renan Santos. "Não tenho rabo preso com ninguém", resumiu. Na tréplica, Natasha disse que poderia associar Rafael a Renan Santos e Mamãe Falei, envolvidos no passado em acusações de abuso sexual, mas alegou que jamais faria uma pergunta dessas porque Rafael tem o próprio CPF.
11h20 - Wellington perguntou Mauricio Coelho sobre o que ele acha da candidatura de Pivetta tendo em vista o escândalo entre o governador e a ex-namorada, em que Pivetta foi acusado de agressão. Mauricio disse que todo mundo tem direito a defesa e contraditório, mas cobrou explicações públicas de Pivetta. "Agora, de fato, acho que o que está acontecendo com a polícia em Mato Grosso é muito estranho. A polícia está sendo usada para fazer escolta de carregamento de ouro de governador garimpeiro", emendou.
11h21 - Fagundes, na réplica, disse que irá proteger as mulheres. Na tréplica, Mauricio prometeu se responsabilizar, caso eleito, por todos os crimes em Mato Grosso, inclusive feminicídio. "Vai ser o governo da competência [...] vamos atuar no combate ao feminicídio".
11h22 - Wellington perguntou a Otaviano Pivetta sobre ofensas a servidores públicos. Pivetta disse que Fagundes é especialista em maldade e defendeu que respeita e valoriza os servidores públicos.
11h23 - Wellington disse que respeito e valorização aos servidores públicos não serão gastos em seu governo, mas investimentos. "Vou valorizar e qualificar quem faz a máquina pública funcionar". Na tréplica, Pivetta citou a ligação entre Fagundes e Silval Barbosa, a atuação do senador no Dnit em governos petistas. "O Bolsonaro fez um favor para o Brasil expulsando o senhor do Dnit, agora o senhor vem falar para mim de moralidade?", disparou.
Wellington pediu direito de resposta.
TERCEIRO BLOCO
No terceiro bloco, os candidatos tiveram novamente o direito a perguntar para dois candidatos, desde que não tenham perguntado para o mesmo candidato no bloco anterior.
11h38 - Wellington Fagundes abriu o bloco exercendo direito de resposta sobre a fala de Pivetta o relacionando a Silval Barbosa. Fagundes devolveu a associação e disse que Silval denunciou criminalmente um aliado de Pivetta. O direito de resposta gerou outro pedido de direito de resposta, dessa vez de Pivetta.
11h39 - Seguindo as regras do debate, Wellington fez pergunta à doutora Natasha e perguntou o que ela fará pela conservação do Pantanal. Natasha respondeu que precisa criar um comitê formado por profissionais técnicos e mapear as áreas próximas aos focos de incêndio para acelerar o combate e reduzir os impactos antes da chegada dos bombeiros.
11h40 - Fagundes disse que pretende fortalecer a pesquisa, ciência e desenvolvimento junto de universidades para preservar os biomas mato-grossense. Na tréplica, Natasha disse que as parcerias com as universidades são extremamente importantes. E defendeu medidas também na saúde para mitigar os efeitos das queimadas principalmente em idosos e crianças.
11h41 - Na segunda pergunta, Wellington escolheu questionar Sargento Laudicério e perguntou o que o candidato tem a falar sobre a corrupção na Saúde. Na resposta, Laudicério citou a própria mãe que perdeu a visão devido à negligência: "a saúde não espera, gestor tem que ser competente", defendeu.
11h42 - Na réplica, Fagundes citou esquemas de corrupção que assolam a população. Na tréplica, Sargento Laudicério se emocionou: "Vou deixar claro senhores, a deficiência da minha mãe, os senhores são coautores, o senhor 36 anos, o senhor 30 anos. Minha mãe fez 75 anos, o senhor acha que ela não queria ver meus olhos? Hoje, ela está me ouvindo, mas o senhor acha que ela não queria me assistir? O senhores são covardes, todos covardes", desabafou.
11h44 - Rafael Millas seguiu o debate perguntando a Pivetta os critérios que ele adotará para a escolha do secretariado. Pivetta respondeu que representa um modelo de gestão cujo secretariado é técnico, quase todos servidores de carreira e com compromisso com o resultado, cuidando do tesouro, sem roubar ou deixar roubar. "Fazer o que o povo precisa no tempo que o povo precisa", disse. Citou ainda ações na Saúde para acabar com a fila e "não deixar ninguém para trás".
11h47 - Millas disse que em seu partido as nomeações para secretariado têm o dever de serem técnicas. "É assim que nós trabalhamos". Na tréplica, Pivetta disse que durante sete anos e meio realizou um ciclo contínuo de novos investimentos, parceria com muncípios e disse que irá continuar corrigindo rumos com foco nos resultados.
11h49 - Rafael Millas direcionou a segunda pergunta a Sargento Laudicério. Prestou solidariedade ao adversário e perguntou o que ele fará sobre o crime organizado. Na resposta, Laudicério afirmou que facção não se resolve com novas viaturas. Defendeu a valorização dos policias, atenção à fronteira seca e aos serviços de inteligência.
11h51 - Na réplica, Rafael disse que criará um presídio de segurança máxima e a delegacia do policial penal para dar mais segurança e inteligência aos profissionais dessa categoria. Laudicério, na tréplica, disse que o efetivo de policiais não é suficiente e voltou a defender o aumento de efetivo para não "sufocar" os agentes de segurança.
11h52 - Pivetta deu seguimento ao debate perguntando a Rafael Millas sobre seus projetos para as estradas de Mato Grosso. Na resposta, Millas disse que pretende implementar ferrovias e completar 100% da malha rodoviária. Millas também alfinetou Fagundes pela atuação no Dnit e pediu aos eleitores que não deixem o senador chegar ao poder.
11h53 - Na réplica, Pivetta disse que está pavimentando Mato Grosso, entre cidades e estradas. "Isso só foi possível porque Bolsonaro expulsou o cara que mandava lá", disparou Pivetta dando sequêcia às alfinetadas em Fagundes. Na tréplica, Millas disse que o mais importante é "não deixar que a esquerda chegue ao poder" e afirmou que, mesmo que hoje Wellington esteja no PL, é um candidato "melância" relembrando a relação do senador com governos petistas.
11h54 - Pivetta na segunda pergunta questionou Sargento Laudicério sobre suas propostas para o desenvolvimento de Mato Grosso. Antes disso, também prestou solidariedade ao adversário. Laudicério defendeu que a assistência social dê condições para que a população vulnerável tenha condições de substência e afirmou que irá buscar a integração entre a assistência social e qualificação profissional mensurada a partir da realidade de cada região de Mato Grosso.
11h55 - Na réplica, Pivetta disse que por esse motivo está investindo em educação: "vamos libertar os nossos jovens a partir da educação e 100% dos nossos jovens vão ter ensino profissionalizante", pontuou. Na tréplica, o sargento disse que quer trazer o que conquistou para a população.
11h56 - O debate foi pausado para a propaganda eleitoral.
12h25 - O debate foi retomado, dando sequência ao terceiro bloco. Sargento Laudicério deu prosseguimento às perguntas, escolhendo Rafael Millas para responder.
12h26 - Laudicério perguntou a Millas qual a solução para recompor o salário dos servidores públicos e o impacto fiscal da medida. Rafael Millas respondeu dizendo que o reajuste é um direito dos servidores. Millas, no entanto, se colocou contra o pagamento da revisão retroativa referente às perdas da pandemia.
12h27 - Na réplica, Laudicério citou que o Dieese reconhece as perdas aos servidores que se arrastam desde 2017. Na tréplica, Millas disse que a única exceção é o período da pandemia, mas reajustes anteriores ou posteriores à crise sanitária devem ser pagos aos servidores.
12h28 - Laudicério fez a segunda pergunta à Natasha. O sargento perguntou a médica quem assumirá o caso quando houver discordância entre hospitais, estado e municípios sobre a regulação do paciente e qual será o indicador que comprovará que o paciente recebeu efetivamente o tratamento.
12h29 - Natasha prometeu, em resposta, fazer uma revolução na saúde. Defendeu a disponibilização de especialistas em unidades básicas de saúde, levar profissionais e exames para os hospitais regionais para zerar a fila.
12h30 - Na réplica, Laudicério voltou a perguntar quem será responsabilizado pela fila e perguntou as propostas para transparência da fila de espera. Na tréplica, Natasha disse que a fila estará na palma da mão por meio de um aplicativo.
12h32 - Natasha perguntou primeiramente a Wellington Fagundes o que pode ser feito para garantir asfalto de qualidade e sem corrupção nas estradas de Mato Grosso.
12h33 - Na resposta, Fagundes disse que trabalhou junto da mãe de Natasha, a ex-senadora Serys Slhessarenko para garantir recursos e melhorar as condições das estradas. Wellington, na sequência, criticou as medidas do governo de Mauro Mendes e Pivetta para estadualizar as rodovias e fazer "estradas esfareladas".
12h34 - Na réplica, Natasha pediu que Wellington explique porque aparece em 10 páginas em um livro que debate o enriquecimento de políticos. Na tréplia, Fagundes disse que quem trabalha muito é criticado muitas vezes e que o que importa é que seu histórico não é manchado por escândalos de corrupção.
12h36 - Natasha perguntou a Rafael Millas como combater os desvios com emendas parlamentares. Millas defendeu que as emendas são o "câncer" do Brasil e que parlamentares não devem ter acesso ao orçamento. Afirmou que os parlamentares usam dos recursos para protelar processos e se verem livres de acusação pelo tempo. Por fim, propôs a fiscalização das emendas e fez um apelo para que o Congresso Nacional acabe com o modelo. Welligton Fagundes pediu direito de resposta.
12h37 - Natasha afirmou que não irá roubar e não irá deixar que roubem. "Vou lutar até as últimas consequências para trazer o dinheiro roubado de volta para fazer o bem para a população. Os políticos estão deformados. Políticos é um servidor público que está lá para servir, mas infelizmente essa deformação fez com que eles estivessem lá para serem servidos", apontou.
12h38 - Rafael Millas afirmou que Natasha é uma mulher honrada, mas precisa rever seu palanque e suas companhias e voltou a defender o fim das emendas parlamentares, além de alfinetar Wellington pelo livro "O bem que os políticos fazem", de Chico de Gois, mencionado pela candidata do PSD.
12h39 - Mauricio Coelho encerrou o bloco. A primeira pergunta foi destinada a Pivetta sobre as renúncias fiscais e questionou o governador se suas empresas possuem renúncia fiscal e quanto.
12h40 - Pivetta disse que concede benefícios fiscais a empresas que vêm para Mato Grosso fazer investimentos e mudar o perfil socioeconômico do Estado. "Só se dá incentivo fiscal para quem vem investir na indústria, na agroindústria, queremos trazer a agroindústria para a baixada cuiabana [...] Da nossa parte não há benefício para ninguém, as minhas empresas pagam R$ 150 milhões de impostos por ano", finalizou Pivetta.
12h40 - Mauricio alegou que Pivetta se esquivou da resposta e reforçou que vai reduzir a fatia do orçamento destinada às renúncias fiscais e prometeu cortar impostos na conta de luz, IPVA e ICMS.
12h41 - Pivetta disse que Maurício espantaria os investidores de Mato Grosso. Voltou a dizer que os incentivos fiscais são para empresas que cumprem requisitos. Disse que suas empresas são saudáveis, geram bons empregos e alfinetou: "ao contrário da tua, que é a Unimed". Maurício pediu direito de resposta.
12h42 - Maurício destinou a segunda pergunta a Fagundes, mas usou o tempo para negar que tenha comandado a gestão da Unimed e acusou o grupo de Pivetta de "assaltar" a Cooperlucas.
12h43 - Na resposta, Fagundes voltou a atacar os incentivos fiscais supostamente destinados às empresas de Pivetta. Wellington disse que suas empresas nunca recebeu R$ 1 de incentivo.
12h44 - Na réplica, Maurício citou o vice, médico cooperado da Unimed: "meu vice é meu vice porque confia do meu trabalho e mais, sabe que quem realmente causou mal para a Unimed é o assesor do Pivetta, seu Paulo Brustolin, que ele esconde". Na tréplica, Fagundes voltou a falar da Cooperlucas e disse que viu Pivetta implorar aos jornais para parar as manchetes sobre o caso. "Voltem a lembrar o que é o caso Cooperlucas", encerrou. Pivetta pediu dois direitos de resposta.
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