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Política Terça-feira, 04 de Outubro de 2022, 12:02 - A | A

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Terça-feira, 04 de Outubro de 2022, 12h:02 - A | A

MORTE DE AGENTE

Câmara de Cuiabá decide nesta quarta se cassa mandato de Paccola

Parlamentar é acusado de quebra de decoro por morte de agente socioeducativo; ele disse que fará sua própria defesa

ALEXANDRA LOPES
Da Redação

O pedido de cassação do mandato do vereador Tenente Coronel Paccola (Republicanos) pela morte do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa volta à pauta da Câmara de Cuiabá nesta quarta-feira (5) em sessão extraordinária, marcada para ocorrer às 9h. O pedido foi proposto pela vereador Edna Sampaio (PT). 

Paccola usou a tribuna nesta terça para informar que ele próprio fará sustentação de sua defesa. Ele ainda pediu para que os vereadores votem de forma consciente, pedindo para que não se sintam envolvidos ou pressionados pela opinião popular, midiática ou partidária.

“Eu mesmo farei a sustentação da minha defesa, baseado única e exclusivamente no que está nos autos e nos fatos. Não é do meu feitio destruir ninguém para me construir. Podem ter certeza que a minha defesa será baseada nas questões jurídicas e técnicas e peço para cada um dos senhores fazerem esse voto ancorado na sua própria consciência, que não seja por pressão de opinião popular ou pressão midiática ou por qualquer que seja o grupo político”, declarou.

Na semana passada o vereador Kássio Coelho (Patriotas), relator do processo disciplinar instaurado pela Comissão de Ética de Decoro Parlamentar para decidir o pedido de cassação do mandato do colega, avaliou que vai ser muito difícil o vereador escapar da medida.

 ENTENDA

Paccola foi indiciado pelo homicídio do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa, ocorrido no dia 1º de julho, durante uma confusão nas proximidades do restaurante Choppão, em Cuiabá. Na ocasião, Paccola disparou três vezes contra as costas do agente socioeducativo, segundo ele, na tentativa de impedir que Miyagawa atirasse em sua companheira, Janaína Sá.

Ele foi alvo de dois pedidos da vereadora Edna Sampaio (PT), que visava aplicar sanções por conta do crime. O primeiro pedia afastamento imediato do tenente. Este, foi apreciado em agosto pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) que acabou rejeitando o texto alegando que não poderia tomar tal medida sem o representado apresentar o direito da ampla defesa e do contraditório.

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