O Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa (ALMT) discutirá nesta quarta-feira (21) a antecipação da eleição da mesa diretora. A votação ocorre no segundo ano da gestão vigente, geralmente no mês de setembro, mas parte dos deputados estaduais pede a antecipação para junho, em razão da saída do presidente da Casa, Eduardo Botelho (União Brasil), para as eleições municipais de Cuiabá. O líder do Legislativo não se opõe à mudança.
"Vamos discutir no Colégio de Líderes com os deputados. A princípio, não tenho problema nenhum em antecipar, mesmo porque não pretendo participar, apenas ajudar a fazer a mesa. Eu tenho um projeto para Cuiabá que não tem plano B, só plano A. Não vou concorrer a nenhum cargo. Mas eu vou discutir isso com os depoutados", falou Eduardo Botelho nesta segunda-feira (19).
A vice-presidente Janaina Riva (MDB), o primeiro secretário Max Russi (PSB) e o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Júlio Campos (União Brasil), já demonstraram intenção de concorrer. Além deles, Botelho apontou que outros parlamentares com mandatos de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis podem se candidatar.
"Existem vários candidatos. Em Cuiabá, são dois; em Rondonópolis, também são dois, e Várzea Grande também deve ter um. Então, por isso, seria iomportante antecipar. Mas, pra mim, tanto faz, o que a maioria decidir está tudo bem", disse o presidente da AL.
Para que a eleição ocorra em junho, Botelho explicou que no mínimo 15 deputados precisam votar a favor e deve ser feita uma alteração na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a mesa diretora. Cumpridas essas etapas, os deputados estão liberados para iniciar a organização das chapas.
"Depende de 15 deputados, no mínimo, pois tem que alterar a PEC. Cada um tem uma opinião. Pra mim, indiferente fazer antes ou depois, não tem probnema nenhum. Acho que tem que discutir com os deputados", encerrou Eduardo Botelho.
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