Política Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2020, 11:35 - A | A

Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2020, 11h:35 - A | A

FALTA DE TEMPO

Alegando falta de tempo para articular, Renivaldo abre mão de disputar a presidência da Câmara

WELLYNGTON SOUZA
DA REDAÇÃO

O vereador de Cuiabá Renivaldo Nascimento (PSDB) abriu mão de disputar a presidência da Mesa Diretora da Câmara do próximo biênio (2021/2022). A eleição será realizada no próximo dia 1º de janeiro quando ocorre a posse dos parlamentares. Renivaldo justificou estar com falta de tempo para participar das articulações. Além disso, o tucano ainda revelou conflitos internos no parlamento.

Alan Cosme/HiperNoticias

renivaldo nascimento

Alan Cosme/HiperNoticias

“Não estou tendo tempo para articular essa candidatura, haja vista que são seis, sete candidatos aqui dentro. Decidi, neste momento, recuar dessa candidatura. Vou cumprir meu mandato de vereador”, disse ao Hipernotícias.

Conforme Renivaldo, essas articulações estão prejudicando o alinhamento das discussões e formação da chapa. "Tem cinco, seis candidatos inclusive dentro da base. Sinto que essas articulações não estão ajudando em nada. Está existindo um conflito entre pessoas aqui dentro e isso não é o meu perfil”, comentou.

Aliado ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o vereador disse que apenas comunicou o chefe do Executivo sobre a desistência. 

Até o momento, conforme apurou o HNT, a base de Emanuel sai na frente com os nomes de Marcrean Santos (PP), Adevair Cabral (PTB), que conseguiram reeleição e o novato Demilson Nogueira (PP). Adevair Cabral disse que passará a articular com os parlamentares sobre a eleição da Mesa.

LEIA MAIS: Vereadores começam a articular disputa da nova Mesa Diretora; veja possíveis nomes

Dos parlamentares que são oposição a Emanuel, o vereador reeleito Diego Guimarães (Cidadania) já anunciou que irá concorrer à presidência da Câmara. "Vou procurar cada um dos 24 vereadores para falar sobre essa necessidade de mudar como a Câmara é vista e a necessidade de ter um parlamento verdadeiramente independente. As urnas mostraram que aqueles que conduziram o parlamento nos últimos quatro anos, que fizeram o legislativo submisso foram reprovados", afirmou.

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