O prefeito de Cuiabá, Abilio Bruni (PL), negou que a presidente da Câmara, Paula Calil (PL), tenha pedido para ele reduzir a frequência de visitas ao Legislativo. Porém, ele foi contraposto por Paula que reiterou a conversa com o prefeio. Abilio admitiu o incômodo de parte dos vereadores pela sua presença constante na Câmara e afirmou ser "natural" que tenha que reduzir às idas ao Legislativo para não constranger os parlamentares.
"Ele é sempre muito ativo, deve estar muito assoberbado, Não é fácil gerir Cuiabá, ele deve ter se esquecido", falou Paula Calil ao Olhar Direto.
Abilio avalia que as eleições 2026 vão implicar no esvaziamento do plenário, já que vereadores irão concorrer a cargos de deputado estadual e federal. Em seguida, ele alfinetou Jeferson Siqueira (PSD), líder da oposição, afirmando que foi mais frequente em 2025 que o seu desafeto.
"Acho que a Câmnara vai ter menos atenção nesse período eleitoral. Os vereadores vão estar mais ausentes das sessões, alguns deles, já tenho visto. Acho que estive mais presente na Câmara que o Jeferson. Pelo que estou sabendo ele está ajudando na campanha de pré-candidatos", disparou o prefeito à imprensa.
Em seu primeiro ano de mandato, Abilio manteve o perfil centralizador e foi pessoalmente à Câmara negociar pautas de interesse da gestão. Como a Lei Complementar 555/2025, que responsável por criar as 'supersecretarias'. À época, o prefeito foi pessoalmente à Casa garantir os 23 votos favoráveis, enfrentando críticas por uma postura considerada pouco institucional por seus opositores.
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