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Polícia Quarta-feira, 20 de Maio de 2026, 15:57 - A | A

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026, 15h:57 - A | A

COFRE VAZIO

Testemunhas questionam 'sumiço' de dinheiro e falta de negociador em ação que matou ex-servidor do Liceu

Relatos indicam desaparecimento de dinheiro e joias após ação que matou servidor, além de ausência de negociador no local

CAMILA RIBEIRO E RAYNNA NICOLAS
Da Redação

Testemunhas relataram que dinheiro e joias desapareceram de um cofre na casa de Valdevino Fidélis, servidor do Liceu Cuiabano, morto em ação policial no dia 11 de maio. Segundo relatado à polícia, cerca de R$ 20 mil estavam guardados na residência, além de outros objetos de valor, mas o cofre foi encontrado vazio. 

Além do sumiço do dinheiro, as informações também dão conta de que, no momento da ocorrência, a Polícia Militar não designou um negociador para mediar a situação. Valdevino mantia a ex-enteada em cárcere e ameaçava se matar. 

O servidor enfrentava um quadro depressivo após o fim de um relacionamento de 28 anos. Segundo relatos, mesmo após o término do casamento da mãe, a ex-enteada costumava visitar o ex-padrasto. 

A Polícia Militar foi acionada para ajudar na liberação da vítima, mas a ação culminou na morte de Valdevino, atingido por seis tiros, inclusive pelas costas. 

DIVERGÊNCIAS

A versão oficial da equipe Raio da PM que participou da ocorrência aponta que Valdevino teria ameaçado atirar contra os policiais ao abrir a porta da residência. Testemunhas, por outro lado, alegam que a arma sequer saiu da cintura do servidor. 

A família questiona a abordagem e o por quê os policiais não consideraram o estado emocional do servidor nem o diagnóstico de depressão.

Inicialmente, o delegado responsável pelo caso, Bruno Abreu, não acreditava na intenção de Valdevino em machucar a ex-enteada. No entanto, no último fim de semana, o delegado relatou um histórico de quase três décadas de violência doméstica praticados por Valdevino contra sua ex-companheira. 

A ex-esposa e a enteada do servidor teriam descrito uma rotina de abusos físicos e psicológicos que eram mascarados pela imagem pública que ele ostentava.

As testemunhas relataram que ele era ciumento e obsessivo e que as ameaças de morte eram constantes. Além disso, também foi narrado à polícia Valdivino também utilizava chantagens emocionais, ameaçando tirar a própria vida sempre que a ex-companheira tentava se separar, tentativas que eram repetidamente frustradas pelo comportamento manipulador do homem.

 

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