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Polícia Quinta-feira, 06 de Outubro de 2022, 09:11 - A | A

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Quinta-feira, 06 de Outubro de 2022, 09h:11 - A | A

MATOU POR CAUSA DE CERCA

Investigado por homicídio em Juruena tem prisão cumprida na região oeste de MT

Segundo o delegado, a vítima foi morta com um disparo de espingarda, enquanto trabalhava na construção de uma cerca em um sítio, alvo de discordância do acusado

O suspeito de matar Rogério Fernandes de Freitas, de 29 anos, com tiro de espingarda no dia 9 de setembro, em área rural de Juruena (984 km de Cuiabá),  às margens da MT-208, teve a prisão cumprida nesta quarta-feira (5), em Rio Branco (335 km de Cuiabá). Ele se apresentou na Delegacia da Polícia Civil, onde foi cumprido o mandado expedido pela Comarca de Cotriguaçu (952 km de Cuiabá).

Conforme o delegado Mateus Reiners, com base nas informações apuradas durante a investigação, a equipe representou à Justiça pela prisão preventiva do autor do crime, que foi decretada no dia 13 de setembro. 

Segundo o delegado, a vítima foi morta com um disparo de espingarda, enquanto trabalhava na construção de uma cerca em um sítio. Após cometer o crime, o homem de 48 anos fugiu para uma área de mata, levando a arma. 

CRIME  

O homicídio ocorreu na Gleba Samapar, a 36 km da cidade de Juruena. O corpo da vítima estava ao lado de uma cerca, às margens da MT-208. O homem foi encontrado ainda com o arame da cerca nas mãos e um disparo de arma de fogo na cabeça. A vítima foi surpreendida com o tiro por trás. 

Conforme as informações coletadas pela equipe da Delegacia de Juruena, Rogério foi morto por causa da construção de uma cerca que ele fazia para a proprietária de um sítio. O investigado discordava do local de construção e da largura da cerca, que fazia um corredor com um sítio de uma vizinha e dava acesso à água para o gado bovino. 

Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil declarou que a vítima foi contratada para fazer a cerca e, na manhã do dia 9 de setembro, o autor do crime chegou de motocicleta e abordou Rogério, gritando que não era para fazer a cerca naquele local.

A vítima apenas respondeu que terminaria o serviço para o qual foi contratado. O investigado aproveitou que Rogério ficou de costas e fez o disparo a uma distância de, aproximadamente, dez metros e depois fugiu.

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