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Polícia Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026, 14:36 - A | A

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026, 14h:36 - A | A

FARSA DESMASCARADA  

Ex-padrasto é preso por forjar sequestro para estuprar enteada de 13 anos em motel  

Homem de 60 anos pagou R$ 1 mil para cúmplice ajudar na simulação do crime. Ao ser descoberto, suspeito alegou à Polícia que queria apenas "dar um susto" na adolescente.  

DA REDAÇÃO

A Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) prendeu, na tarde desta terça-feira (20), um homem de 60 anos e seu cúmplice, de 33, acusados de planejar um falso sequestro que culminou no abuso sexual de uma adolescente de 13 anos. O homem mais velho é ex-padrasto da vítima, e chegou a registrar um Boletim de Ocorrência em novembro do ano passado, afirmando ser também vítima da situação.

As investigações, coordenadas pelo delegado César Ferreira, revelaram que toda a ação foi planejada, incluindo a compra de algemas, vendas e balaclavas, conhecidas como toucas ninja, pelo próprio ex-padrasto.

A SIMULAÇÃO E O ABUSO

No dia 10 de novembro, o suspeito buscou a enteada na escola e relatou à polícia que havia sido abordado por um homem encapuzado. Segundo a versão falsa, ele teria sido obrigado a dirigir até um motel, onde criminosos teriam levado a menor para um quarto enquanto ele permanecia no carro.

Entretanto, o trabalho de inteligência da Deddica descobriu que o ex-padrasto conheceu o comparsa em um site de relacionamentos e ofereceu R$ 1 mil para que ele participasse da encenação.

No motel, a adolescente foi vendada e sofreu os abusos praticados pela dupla. Ao serem confrontados com as provas, que incluem o rastro da compra dos materiais utilizados no crime, os suspeitos alegaram que a intenção era "dar um susto" na menina, pois ela estaria "muito desobediente".

“As investigações deixaram claro que somente os dois participaram do crime, de forma combinada e articulada para o sequestro e cárcere da menor”, explicou o delegado César Ferreira.

O ex-padrasto e o comparsa responderão pelos crimes de sequestro e cárcere privado, estupro de vulnerável e denunciação caluniosa, no caso do ex-padrasto, por mobilizar a polícia com uma história falsa. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada e foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

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