Tudo bem que os incrédulos e céticos classifiquem como mera jogada de marketing do dono do UFC, Dana White, a ida do menino carente Breno Gomes, de Salvador, para Las Vegas (EUA), na equipe do campeão mundial de MMA na categoria pesado, Junior Cigano. Que foi marketing, foi, mas iniciativas como esta bem que poderiam se multiplicar pelos milionários universos dos esportes, como futebol e Fórmula 1, entre outros. Breno, de 9 anos, mora na periferia de Salvador e foi recrutado pelo técnico de boxe de Cigano, Luiz Dórea, para seu projeto de inclusão esportiva que desenvolve em Salvador. Breno, a mãe e um irmão mais velho foram atrações à parte durante o UFC 146, na noite de sábado – quando Cigano venceu o ex-campeão Frank Mir e manteve seu cinturão -, e mostraram ao mundo que além de muitos talentos esportivos, o Brasil também é campeão em desigualdade social. Um marketing hiper bem-vindo, porque pode efetivamente mudar realidades – se não de milhões de garotos que vivem em condições de risco social no Brasil, ao menos a de Breno e sua família.
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