Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Mundo Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2026, 08:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2026, 08h:00 - A | A

UE propõe empréstimo de 90 bilhões de euros à Ucrânia; paz exige força, diz Von der Leyen

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta terça-feira (13) que a União Europeia (UE) busca garantir "financiamento estável e previsível" para a Ucrânia em meio à continuidade da guerra com a Rússia, ao apresentar um pacote de apoio financeiro para 2026 e 2027. Em discurso em Bruxelas, ela frisou que, para um acordo de paz, o país "precisa estar em uma posição de força no campo de batalha e na mesa de negociações".

Segundo Von der Leyen, a Comissão adotou propostas legais para viabilizar um empréstimo de 90 bilhões de euros ao país, em linha com acordo firmado no Conselho Europeu em dezembro. "Hoje apresentamos nossa proposta para um empréstimo de 90 bilhões de euros para 2026 e 2027 - financiamento estável e previsível para nosso corajoso parceiro e vizinho", declarou, destacando que a medida "reafirma o compromisso inabalável da Europa com a segurança, a defesa e o futuro da Ucrânia".

No discurso, a presidente do braço executivo da UE detalhou que o apoio será dividido em duas partes: dois terços para assistência militar, ou 60 bilhões de euros, e um terço, ou 30 bilhões de euros, para apoio orçamentário geral, com o objetivo de manter serviços públicos essenciais e sustentar reformas. Ela enfatizou que os recursos estarão condicionados a compromissos com processos democráticos fortes, o Estado de Direito e medidas anticorrupção, afirmando que essas condições são inegociáveis.

Von der Leyen também lembrou que a UE mantém sobre a mesa a proposta de um empréstimo de reparações e que "reservamos o direito de usar os ativos russos imobilizados", em conformidade com o direito europeu e internacional. Ao concluir, ela disse contar com uma aprovação rápida do Parlamento Europeu e do Conselho para que "a Ucrânia receba o primeiro desembolso muito em breve".

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros