O pacto deve ter duração de 30 anos e envolve empresas americanas no desenvolvimento do programa nuclear saudita. O acordo pode permitir a construção de uma instalação de enriquecimento de urânio na Arábia Saudita, após a realização de um estudo conjunto entre os dois países.
O acordo, no entanto, pode sofrer resistências no Congresso americano. Parlamentares temem que ajudar os sauditas a concretizar o antigo desejo de enriquecer urânio possa desencadear novas rodadas de proliferação nuclear.
Tanto Trump quanto o ex-presidente Joe Biden tentaram firmar um acordo nuclear com o reino saudita para compartilhar tecnologia americana. Contudo, especialistas em não proliferação alertam que centrífugas em operação na Arábia Saudita poderiam abrir caminho para um possível programa de armamentos - algo que o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman já sugeriu que poderia buscar caso Teerã obtivesse uma bomba atômica.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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