Um site criado em apoio a Zimmerman o descreve como veterano da Marinha dos Estados Unidos, pai de dois filhos e eletricista. A família rejeita as acusações e as classifica como uma "armação" com o objetivo de viabilizar uma futura troca de prisioneiros.
Registros judiciais mostram que Zimmerman foi condenado em outubro e que a decisão do tribunal de Sochi foi mantida dois meses depois pela corte regional de Krasnodar. Segundo o comunicado judicial, Zimmerman afirmou que viajou à Rússia para encontrar uma mulher com quem mantinha contato pela internet e que portava a arma para autodefesa, sem conhecimento da legislação russa. Ele admitiu integralmente a culpa, de acordo com a nota.
A irmã do americano, Robin Stultz, disse que o irmão foi interceptado enquanto navegava em águas internacionais, "sem absolutamente nenhuma intenção de entrar na Rússia". Ela afirmou que Zimmerman seguia dos EUA para a Nova Zelândia e declarou voluntariamente a existência da arma, mas acabou acusado de contrabando. Stultz disse ainda não confiar em nenhuma "confissão" atribuída a ele e afirmou que o irmão não teve acesso à Embaixada dos EUA desde a prisão.
Não houve comentário imediato de autoridades americanas. Zimmerman está entre os poucos americanos que permanecem detidos na Rússia após uma série de trocas de prisioneiros entre Moscou e Washington nos últimos anos, em meio à deterioração das relações bilaterais.
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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