"Essa situação afeta setores dependentes da previsibilidade dos custos operacionais, especialmente o transporte rodoviário de cargas, atividade essencial para o abastecimento nacional e para a circulação de mercadorias no País", diz o documento, apontando cerca de 17 milhões de trabalhadores afetados nos setores rodoviários, ferroviários, metroviários, taxistas, entregadores, entre outros.
Segundo a CNTTL, o governo precisa identificar a origem dos movimentos de elevação do diesel nas etapas de distribuição ou revenda da cadeia de comercialização de combustíveis.
"Essa situação pode indicar aumentos motivados por expectativas do mercado, sem correspondência direta com alterações efetivas de custos ou no preço de referência do combustível", afirma a confederação. "A adoção de reajustes baseados exclusivamente em cenários futuros ou em incertezas internacionais, sem fundamento em aumentos efetivos de custos, pode configurar prática abusiva", acrescenta.
(Com Agência Estado)
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