A declaração foi feita durante reunião de ministros de Relações Internacionais do G7 na França, que ocorre em um ambiente de divisões entre os países, sobretudo em relação à guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O encontro acontece em meio à quarta semana do conflito no Oriente Médio, que tem pressionado os mercados de petróleo e ampliado incertezas geopolíticas.
Rubio tenta reforçar a estratégia americana diante de aliados europeus céticos tanto sobre a condução da guerra com o Irã quanto sobre o nível de compromisso de Washington com a Ucrânia. Antes da reunião, ele minimizou o desconforto entre os parceiros: "Não estou lá para fazê-los felizes", disse, acrescentando que seu foco é atender aos interesses dos Estados Unidos.
Autoridades europeias defenderam uma saída diplomática para os conflitos. A ministra das Forças Armadas da França, Catherine Vautrin, afirmou que a guerra no Oriente Médio "não é nossa" e destacou que a única forma de garantir a paz é por meio da diplomacia. Já a chanceler britânica, Yvette Cooper, reconheceu diferenças com os EUA e reiterou apoio a uma abordagem negociada.
As divergências foram ampliadas por críticas recentes de Trump à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a aliados, acusados de não contribuírem suficientemente com operações militares e de segurança, incluindo a proteção do Estreito de Ormuz.
*Com informações da Associated Press
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








