Sexta-feira, 27 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Mundo Sexta-feira, 27 de Março de 2026, 09:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 27 de Março de 2026, 09h:30 - A | A

Irã diz que Ormuz segue fechado e proíbe travessia de navios ligados a aliados de EUA e Israel

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) do Irã afirmou nesta sexta-feira (27) que o Estreito de Ormuz permanece fechado e reiterou a proibição à passagem de embarcações ligadas a países aliados dos Estados Unidos e de Israel, em meio à escalada das tensões na região.

Em comunicado enviado via Telegram, o grupo paramilitar iraniano declarou que "é proibida a passagem de qualquer navio de ou para portos de países aliados de nossos inimigos por qualquer rota marítima" e reforçou que "qualquer tentativa de travessia enfrentará uma resposta firme". Segundo a IRGC, três navios cargueiros de diferentes nacionalidades tentaram acessar o corredor destinado a embarcações autorizadas nesta manhã, mas foram advertidos pela Marinha iraniana e obrigados a recuar.

A guarda atribuiu as tentativas de travessia às "alegações falsas" do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre uma suposta reabertura do estreito. A via marítima é considerada estratégica para o comércio global. Um levantamento da agência iraniana Tasnim News, controlada pela IRGC, aponta que o controle de Ormuz poderia gerar receitas significativas ao Irã. Em um dos cenários, a cobrança de cerca de US$ 2 milhões por navio, sob a justificativa de "serviços especiais de segurança", poderia render mais de US$ 100 bilhões por ano. Em outro, com tarifas próximas a padrões internacionais, a arrecadação ficaria entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões anuais.

Em paralelo, a IRGC também pediu a evacuação de áreas com presença de forças americanas no Oeste da Ásia. Em nota, o grupo afirmou que forças americanas e israelenses estariam usando civis como escudos humanos e reiterou que considera "um dever" atingir alvos ligados aos EUA e a Israel "onde quer que estejam", recomendando que a população deixe essas regiões para evitar riscos.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros