"Apesar dos avisos, os disparos continuam", disse Katz. "E, portanto, os ataques no Irã vão escalar e se expandir para alvos e áreas adicionais que auxiliam o regime a desenvolver e operar armas contra cidadãos israelenses."
Segundo as Forças Armadas de Israel (IDF, na sigla em inglês), os bombardeios desta sexta-feira atingiram instalações "no coração de Teerã" associadas à produção de mísseis balísticos e outros armamentos. Também foram alvo lançadores e depósitos no oeste do país, em uma tentativa de reduzir a capacidade operacional do Irã.
Do lado iraniano, os ataques retaliatórios persistem. Sirenes voltaram a soar em Israel diante de novos lançamentos de mísseis, enquanto o Irã também ampliou ofensivas contra vizinhos árabes do Golfo. Alertas de ataque foram registrados no Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos, e a Arábia Saudita afirmou ter interceptado projéteis direcionados à capital, Riad.
O Kuwait relatou "danos materiais" em dois portos estratégicos, incluindo uma instalação em desenvolvimento ligada à iniciativa chinesa Cinturão e Rota, indicando risco crescente a infraestruturas críticas e ativos internacionais na região.
Em paralelo, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ontem que negociações para encerrar o conflito avançam "muito bem" e prorrogou para 6 de abril o prazo para que as conversas sejam concluídas. Teerã, no entanto, nega participação em tratativas, enquanto Washington também reforça sua presença militar na região.
*Com informações da Associated Press
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(Com Agência Estado)
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