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Mundo Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 16:30 - A | A

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 16h:30 - A | A

Quem é o 'viking do Capitólio', usado pela 'The Economist' em imagem sobreposta à de Bolsonaro

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado na capa da edição desta semana da revista britânica The Economist com um chapéu igual ao que usava o "viking do Capitólio", um dos apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que esteve presente na invasão do Congresso americano em 6 de janeiro de 2021.

O ativista de extrema direita Jake Chansley ficou conhecido como "viking do Capitólio" devido aos trajes que vestia durante a invasão: sem camiseta e com tatuagens nórdicas à mostra, ele usava um chapéu com chifres e pele de urso e uma pintura com as cores da bandeira dos EUA no rosto.

A fantasia levou Chansley a se tornar um dos símbolos do ataque à sede do Poder Legislativo do país. Ele se declarou culpado dos crimes dos quais foi acusado e foi condenado pela Justiça a 41 meses de prisão em novembro de 2021.

No entanto, após Trump derrotar Kamala Harris nas últimas eleições presidenciais e reassumir a Presidência, ele perdoou mais de 1,5 mil invasores do Capitólio, inclusive Chansley. Ao saber do perdão, o "viking" afirmou no seu perfil na rede social X (antigo Twitter) que iria comprar "algumas armas". "EU AMO ESTE PAÍS!!! DEUS ABENÇOE A AMÉRICA!!!!", escreveu na época.

Na capa da revista The Economist que chegou às bancas nesta quinta-feira, 28, Bolsonaro foi retratado com o mesmo chapéu de pelos e chifres usado por Chansley. No rosto, no lugar da bandeira dos EUA, o presidente leva as cores do Brasil, com brincos de pena.

A reportagem da revista britânica avalia que o Brasil deu uma "lição de maturidade democrática" ao investigar criminalmente o ataque às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, contrastando com os EUA.

"Os dois países parecem estar trocando de lugar. Os Estados Unidos estão se tornando mais corruptos, protecionistas e autoritários. (...) Em contraste, mesmo com o governo Trump punindo o Brasil por processar Bolsonaro, o País está determinado a salvaguardar e fortalecer sua democracia", afirma a The Economist.

(Com Agência Estado)

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