A resposta foi motivada por trechos do documento britânico-japonês que expressaram "sérias preocupações" sobre Taiwan, o Mar da China Oriental e o Mar do Sul da China, além de acusarem a China de "fornecer assistência de uso dual" à Rússia.
Para Pequim, trata-se de uma interferência direta. "Instamos o Reino Unido e o Japão a refletirem seriamente sobre suas declarações e ações errôneas relativas a Taiwan e questões marítimas, a pararem de interferir nos assuntos internos da China e a cessarem de criar problemas e tensões no Ásia-Pacífico", disse o porta-voz.
Em relação à guerra na Ucrânia, a embaixada reafirmou que a posição chinesa sempre foi de mediação. "A China tem se mantido consistentemente comprometida em promover conversas de paz e em buscar uma solução política", afirmou o comunicado, rejeitando as acusações "infundadas" feitas pelo Reino Unido e pelo Japão contra a China.
(Com Agência Estado)
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