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GEOPOLÍTICA

Primeira-ministra do Japão dissolve Parlamento e convoca eleições antecipadas para fevereiro

Sanae Takaichi, a primeira mulher a governar o país, aposta em alta popularidade para consolidar nova coalizão de direita; anúncio causou instabilidade no mercado financeiro.

DA REDAÇÃO

Em uma manobra política ousada, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, anunciou nesta segunda-feira (19) a dissolução da Câmara Baixa do Parlamento. A medida, que entra em vigor na próxima sexta-feira (23), abre caminho para eleições nacionais antecipadas, marcadas para o dia 8 de fevereiro.

Takaichi, que assumiu o cargo há menos de três meses, busca um novo mandato para validar sua nova coalizão de governo e testar a aceitação popular de suas reformas econômicas e militares.

O "Xeque-Mate" de Takaichi A decisão de convocar as urnas ocorre após a premiê romper a histórica aliança com o partido Komeito e se unir ao Partido da Inovação do Japão (Ishin), de direita.

Segundo o secretário-geral do partido governista (PLD), Shunichi Suzuki, o povo japonês precisa se manifestar sobre essa mudança de rumo político.

"Sanae Takaichi é apta para ser primeira-ministra? Eu quis pedir ao povo soberano que decida", afirmou a premiê em coletiva de imprensa em Tóquio.

O anúncio não passou impune pelos mercados. Investidores reagiram com uma onda de vendas de ienes e títulos do governo, preocupados com o financiamento dos planos de Takaichi, que incluem uma estratégia de segurança nacional revisada diante das tensões regionais.

Os planos para reativar o crescimento da economia japonesa, uma das mais endividadas do mundo. No campo diplomático, o Japão enfrenta sua pior crise com a China em mais de uma década, intensificada por declarações de Takaichi sobre a soberania de Taiwan.

Além disso, a premiê se prepara para uma visita estratégica a Washington para se reunir com o presidente Donald Trump na primavera.

Devido ao calendário eleitoral, a aprovação do orçamento de 2026 pode ser prejudicada. Para evitar a paralisia administrativa, o governo já estuda um plano de gastos provisório até que o novo Parlamento seja estabelecido após o pleito de fevereiro.

 

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