A aprovação ocorreu antes do previsto. A FDA havia estabelecido anteriormente a meta de tomar uma decisão até 5 de junho, informou a Arvinas nesta sexta-feira.
"Este marco demonstra que a degradação direcionada de proteínas pode se traduzir em um impacto clínico significativo", disse o CEO Randy Teel. "Também fortalece nossa confiança na amplitude e versatilidade de nosso promissor portfólio de produtos em desenvolvimento clínico nas áreas de oncologia, doenças neurodegenerativas e neuromusculares."
Teel destacou que a Arvinas e a Pfizer continuam "no caminho certo" para selecionar e anunciar uma terceira parte para disponibilizar a opção de tratamento aos pacientes.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
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