Em comunicado, o Departamento de Estado informou ter sancionado diversas entidades, um indivíduo e um navio envolvidos no comércio de petróleo bruto, derivados e produtos petroquímicos iranianos.
Entre os alvos está a Qingdao Haiye Oil Terminal Co., operadora de terminal de petróleo sediada na China, acusada de ter importado dezenas de milhões de barris de petróleo iraniano já sancionado desde o anúncio do Memorando Presidencial de Segurança Nacional 2. Segundo os EUA, a empresa teria facilitado o fluxo de bilhões de dólares para Teerã ao recorrer a esquemas sofisticados de evasão de sanções, incluindo o recebimento de cargas de embarcações que realizavam transferências ilegais de navio para navio com petroleiros sancionados. O governo americano também afirma que esses navios adotaram práticas enganosas de navegação, colocando em risco o comércio marítimo regular.
Mais cedo, o Departamento do Tesouro impôs sanções contra a infraestrutura financeira do Irã ao designar três casas de câmbio iranianas, pessoas ligadas a elas e empresas associadas, sob a alegação de que financiam atividades desestabilizadoras do regime. De acordo com Washington, essas casas de câmbio processam bilhões de dólares por ano e funcionam como intermediárias para converter a receita obtida com o petróleo em moeda utilizável pelo governo iraniano e por sua rede de aliados e grupos apoiados na região.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
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