Trump justificou a aplicação de tarifas de 25% sobre carros e caminhões europeus como um incentivo para que o bloco mova a produção de automóveis para os EUA de modo mais rápido.
Sobre sua viagem para a China, o republicano adotou tom positivo ao afirmar que o encontro com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, será "ótimo".
Em relação ao Oriente Médio, Trump comentou sobre a liderança política na região, afirmando ter "grande respeito" pelo Paquistão e o governo no poder. Questionado sobre o Iraque, o presidente ressaltou que o novo primeiro-ministro, Ali al-Zaidi, é alguém apoiado "fortemente" pelos EUA. Zaidi foi nomeado ao cargo na última segunda-feira, 27.
Sobre a economia doméstica, o republicano elogiou o desempenho recente dos mercados acionários americanos, que atingiram novas máximas históricas apesar do cenário geopolítico global. "Também temos mais pessoas trabalhando do que jamais tivemos antes e, assim que a guerra acabar, os preços do petróleo e da gasolina vão cair significativamente", disse, voltando a justificar o conflito como "essencial" para impedir que o Irã possua armas nucleares.
Trump ainda afirmou que, excluindo combustíveis, preços em geral estão em queda nos Estados Unidos, o que, segundo ele, deve contribuir para a redução da inflação.
Em relação ao setor corporativo, o presidente comentou relatos de que a Spirit Airlines pode ter que encerrar suas operações, se não conseguir um acordo de financiamento com o governo. "Veremos se podemos ajudar, mas a situação da Spirit é diferente, por exemplo, da Intel. O nosso objetivo é manter sempre os interesses dos EUA em primeiro lugar", disse.
Sobre a guerra no Irã, Trump afirmou estar insatisfeito com os curdos por descumprirem seu papel e não entregarem a pequena quantidade de armas enviadas pelos EUA a grupos de resistência iranianos.
(Com Agência Estado)
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