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Mundo Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026, 19:00 - A | A

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026, 19h:00 - A | A

Petro, da Colômbia, diz estar otimista para reunião com Trump e próximas negociações

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente colombiano Gustavo Petro mostrou-se otimista nesta sexta-feira, 23, com o encontro previsto para as próximas semanas com seu homólogo Donald Trump na Casa Branca, após meses de tensões políticas que resultaram em sanções e na ameaça de um ataque militar.

"As conversas estão indo bem", disse Petro em uma breve mensagem na rede social X, após citar um anúncio do Ministério das Relações Exteriores sobre os preparativos para o encontro de 3 de fevereiro.

O Ministério das Relações Exteriores informou em comunicado que a ministra Rosa Villavicencio e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tiveram uma conversa telefônica cordial.

"Foi confirmado que ao senhor presidente Petro serão fornecidas todas as garantias próprias de uma visita de um chefe de Estado", indicou o Ministério, dado que em setembro os Estados Unidos disseram que revogariam o visto do presidente colombiano, após ele ter exortado soldados americanos a desobedecerem a Trump em um comício contra ações bélicas na Faixa de Gaza.

De acordo com a Colômbia, Villavicencio e Rubio discutiram os temas a serem tratados na reunião dos presidentes, incluindo a luta contra o crime organizado transnacional, "questões de segurança regional", que não foram detalhadas, e oportunidades conjuntas em matéria econômica.

O Departamento de Estado também confirmou a chamada entre os dois funcionários, que serviu para "dialogar sobre prioridades comuns", incluindo o comércio, segundo o vice-porta-voz principal Tommy Pigott.

A tensão entre os presidentes diminuiu no início de janeiro, quando Trump atendeu uma ligação telefônica de Petro, na qual explicou "a situação das drogas e outros desacordos que tivemos", segundo o presidente americano.

Os desacordos entre os dois líderes incluíram a política migratória e as ações bélicas de Israel na Faixa de Gaza, mas se concentraram especialmente na luta contra o narcotráfico.

Trump acusou Petro, sem apresentar provas, de ser um "chefe do tráfico" e o Departamento do Tesouro o sancionou, junto com sua esposa, por esses supostos vínculos. Petro negou as acusações, que considerou injustas, afirmando que se dedicou a combater os narcotraficantes em seu país.

**Fonte: Associated Press.

Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

(Com Agência Estado)

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