"Em um momento de grave instabilidade na Cisjordânia, com níveis sem precedentes de violência de colonos contra civis e sérias restrições à economia palestina, essa decisão é ainda mais preocupante", afirma o texto. Segundo os signatários, a medida "não apenas afastará ainda mais a região da paz, como também prejudica a posição internacional de Israel".
Israel construiu cerca de 160 assentamentos, onde vivem aproximadamente 700 mil judeus, desde que ocupou a Cisjordânia e Jerusalém Oriental na guerra de 1967. Os palestinos reivindicam esses territórios, junto com Gaza, como base de um futuro Estado. Estima-se que cerca de 3,3 milhões de palestinos vivam na Cisjordânia.
(Com Agência Estado)
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