"Se o Irã cometer o erro de nos atacar, responderemos com uma força que o país jamais experimentou", afirmou Netanyahu, no parlamento de Israel. O premiê acrescentou que "ninguém pode prever o que acontecerá no Irã, mas, aconteça o que acontecer, o país nunca mais será o mesmo".
Netanyahu também rejeitou acusações de que seu governo esteja conduzindo Israel rumo ao autoritarismo e pediu aos críticos que concentrem a atenção no "tratamento violento do Irã contra sua própria população".
Desde o fim de dezembro de 2025, o Irã enfrenta uma onda de instabilidade, desencadeada pela deterioração das condições econômicas e que evoluiu para protestos em todo o país. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, confirmou que os protestos resultaram em "vários milhares" de mortos.
Enquanto isso, as Forças Armadas dos EUA continuam a reforçar a presença militar no Oriente Médio em meio à possibilidade do presidente Donald Trump, ordenar um ataque contra o Irã, e mais de 12 caças F-15 chegaram à Jordânia nas últimas 24 horas, conforme o Jerusalem Post.
Sobre Gaza, Netanyahu afirmou que a próxima fase depende do desarmamento do Hamas e da completa desmilitarização da Faixa de Gaza, insistindo que esses objetivos serão impostos "pelo caminho fácil ou pelo caminho difícil".
(Com Agência Estado)
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