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Mundo Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2026, 12:30 - A | A

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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2026, 12h:30 - A | A

Milei viaja aos EUA para se reunir com Trump em meio a tensões com a China

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente da Argentina, Javier Milei, viajará nesta quarta-feira, 18, aos Estados Unidos para participar do primeiro de uma série de encontros com Donald Trump, em um momento em que o líder americano busca fortalecer laços com governos regionais e contrabalançar a influência da China, principal parceiro comercial da Argentina.

Milei participará do primeiro encontro do chamado 'Conselho de Paz', impulsionado por Trump, que será realizado na quinta-feira, em Washington, iniciativa voltada à mediação de conflitos internacionais, como a guerra no Oriente Médio. Pela América Latina, apenas Argentina e Paraguai integram o grupo. Em 7 de março, o argentino também participará de uma cúpula em Miami com líderes alinhados à agenda da Casa Branca.

Com essas reuniões, Milei somará sete encontros com Trump, igualando o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu. Também se tornará o presidente argentino que mais viajou aos EUA, com 15 visitas, reforçando um alinhamento político que contrasta com o peso comercial da China.

Milei já classificou o comunismo como "uma doença da alma" e não esconde sua preferência por Washington. Segundo o Indec, órgão de estatísticas do país latino, a China consolidou-se como principal parceiro comercial da Argentina. Em dezembro, as exportações ao país asiático somaram US$ 761 milhões (+125% em um ano) e as importações, US$ 1,552 bilhão. Soja, carne bovina e carbonato de lítio lideram a pauta. Brasil e EUA aparecem na sequência.

Apesar do discurso crítico, analistas apontam que a presença chinesa cresceu sob Milei, inclusive em setores estratégicos como lítio, energia e infraestrutura. Argentina e EUA assinaram neste mês acordo que eliminou centenas de tarifas recíprocas, após Washington conceder apoio financeiro de US$ 20 bilhões ao governo argentino.

Em janeiro, Milei afirmou priorizar a "aliança geopolítica" com os EUA, mas descartou romper laços comerciais com a China.

*Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

(Com Agência Estado)

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