A decisão extinguiu o processo de forma definitiva, impedindo que a mesma ação seja apresentada novamente. O magistrado afirmou que Trump estava "se agarrando a qualquer argumento" e que a ação tentava "fabricar" falhas na reportagem investigativa do jornal.
A reportagem, publicada no ano passado, descrevia uma carta de conteúdo sexualmente sugestivo, acompanhada do desenho de uma silhueta de mulher, que teria o nome de Trump e integraria um álbum organizado para o aniversário de 50 anos de Epstein, em 2003.
O presidente negou ter escrito a mensagem e classificou a publicação como "falsa, maliciosa e difamatória".
Gayles já havia rejeitado a ação em abril, mas permitiu que Trump apresentasse uma versão reformulada da queixa, protocolada em maio. Na decisão deste sábado, o juiz afirmou que as alegações de intenção maliciosa eram vagas, por vezes "inconsistentes e insuficientes" para demonstrar que o jornal publicou informações que sabia serem falsas ou com desprezo imprudente pela verdade.
O magistrado observou também que a reportagem do Wall Street Journal não ignorou a negativa de Trump, mas informou aos leitores que o presidente contestava a autenticidade da carta e negava sua autoria. Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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