Pouco depois do anúncio de Peña, a Câmara votou por 78 a 0 para impedir que a renúncia fosse efetivada de imediato e encaminhou as acusações ao Senado. O Congresso deve retomar a votação na sexta-feira para decidir se aceita a renúncia, o que permitiria a posse do vice-presidente Pedro Alliana sem a necessidade de aguardar um julgamento no Senado.
Senadores da oposição defendem a destituição formal de Peña e argumentam que a renúncia preservaria sua condição de potencial "senador vitalício", com prerrogativas legais que poderiam dificultar eventual responsabilização, caso o procurador-geral Emiliano Rolón Fernández apresente denúncia.
Segundo o Ministério Público, Rolón determinou a abertura de três investigações criminais ligadas à crise do Banco Ueno, incluindo apurações sobre suspeitas envolvendo Peña e outros integrantes atuais e antigos do governo. As investigações devem analisar a supervisão exercida sobre o banco, a condução do processo após o colapso e a alocação de recursos públicos na instituição.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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