"A ênfase da China em promover a segurança comum reflete um princípio que o Irã há muito defende", escreveu Ghalibaf no X e chamou os países da região a tomarem o futuro em "suas próprias mãos", insistindo que "a verdadeira estabilidade só pode vir através de uma nova arquitetura de segurança que seja autóctone."
Mais cedo, Teerã argumentou que tem o direito de se defender contra agressões, após comentários feitos pelo Ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, que criticou Teerã por atacar a Jordânia e outros países vizinhos na região.
Nesta sexta, o chefe do Judiciário do Irã, Gholam-Hossein Mohseni-Eje'i, reafirmou a "determinação" em expandir as relações com a China.
(Com Agência Estado)
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