"Os acordos foram alcançados em relação à participação de cada país nas águas do estreito, bem como à participação do Irã e de Omã nas suas receitas", disse o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) em publicação no Telegram.
Em paralelo, um porta-voz do IRGC disse à Tasnim que os Estados Unidos criaram obstáculos no processo, o que teria provocado atrasos, e afirmou que o Estreito "pertence ao Irã e ao Reino de Omã".
Segundo ele, Ormuz está sob controle de Teerã e não há "nenhuma embarcação militar inimiga" presente no Golfo. "Nenhuma embarcação sem autorização e supervisão do Irã é capaz de atravessar. O estreito localizado próximo a Omã também está totalmente sob nosso controle", acrescentou.
O porta-voz também afirmou que, se Washington não aceitar as condições do regime islâmico, o Estreito de Ormuz não será reaberto. "Se os EUA deixarem de lado a obstrução e retornarem ao memorando de entendimento, poderemos reabrir Ormuz dentro da estrutura do acordo firmado. Portanto, nossas condições devem ser aceitas."
(Com Agência Estado)
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