Segundo a corporação, um dos alvos foi uma estrutura descrita como centro de comando localizado nas proximidades da base aérea de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos. De acordo com o comunicado divulgado pela imprensa iraniana, o local teria sido identificado previamente por serviços de inteligência iranianos e abrigaria militares norte-americanos no momento do ataque.
"Um centro secreto de comando foi identificado e destruído", informou a Guarda, acrescentando que havia "cerca de 200 oficiais e comandantes" no local antes do impacto.
A segunda ofensiva teria atingido um alojamento utilizado por tropas dos EUA no Bahrein. Ainda conforme a Guarda Revolucionária, a ação foi conduzida com precisão, com o objetivo de limitar danos colaterais. "O ataque foi realizado de forma a reduzir impactos fora do alvo", afirmou.
As declarações não foram confirmadas por autoridades americanas até o momento. No comunicado, a força iraniana sustentou que as operações indicariam maior vulnerabilidade das posições militares dos Estados Unidos na região, afirmando que "as bases dos EUA se tornaram inseguras para seus comandantes" diante do atual cenário de tensão.
(Com Agência Estado)
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