"Os governos do Brasil e da Espanha condenam, nos termos mais enérgicos, o sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais por parte do governo de Israel", afirma a declaração.
Os ativistas estavam a bordo da flotilha Global Sumud e foram abordados por forças israelenses perto da costa da Grécia. Os dois integravam um grupo de 175 pessoas, em 22 barcos, que tentavam romper o bloqueio naval de Israel e levar ajuda humanitária ao território palestino.
A maioria dos passageiros foi liberada, mas Ávila e Abukeshek ficaram com as autoridades. "Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao Direito Internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições", destaca a nota assinada por Brasil e Espanha.
Os dois países afirmam que "exigem" o retorno imediato de seus cidadãos, em segurança, e que Israel facilite o acesso consular imediato para assistência e proteção dos homens. Em publicação no X, o ministério das Relações Exteriores israelense disse que Abukeshek é "suspeito de afiliação a uma organização terrorista" e Ávila, "suspeito de atividade ilegal".
(Com Agência Estado)
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