Entre os destaques está a declaração conjunta de intenções sobre cooperação em minerais e metais críticos, área considerada estratégica para cadeias globais de suprimentos, transição energética e indústria de defesa.
O entendimento prevê maior coordenação em exploração, processamento e segurança de fornecimento de insumos como terras raras, em um momento de disputa geopolítica por acesso a recursos essenciais.
No eixo tecnológico, os países decidiram criar um grupo conjunto de desenvolvimento de tecnologias avançadas, além de lançar centros indo-franceses em ciências digitais e em inteligência artificial (IA) aplicada à saúde, este último em Nova Délhi. Também foi acordada a criação de um centro de excelência em capacitação em aeronáutica e a ampliação da cooperação científica entre instituições dos dois países.
Na área de energia, houve renovação do memorando sobre energias renováveis e reforço da cooperação em energia nuclear. Macron citou ainda espaço, minerais críticos, aeronáutica e trens de alta velocidade como setores prioritários, defendendo acordo de livre-comércio entre a Índia e a União Europeia (UE).
Em defesa, foi inaugurada virtualmente a linha de montagem final do helicóptero H125 em Karnataka, joint venture entre Tata Advanced Systems e Airbus - primeira instalação privada indiana a fabricar helicópteros. As partes também renovaram o acordo de cooperação em defesa e avançaram na produção local de mísseis.
"O relacionamento está em fase de aceleração", disse Mácron.
Modi afirmou que a parceria é "uma força para a estabilidade e o progresso globais" em um cenário internacional incerto.
*Com informações da Associated Press
(Com Agência Estado)
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