Segundo a fonte diplomata, a assinatura seria eletrônica - devido a impossibilidade de encontro presencial ainda hoje - e permitira reabertura imediata do Estreito de Ormuz. Outros pontos do acordo também entrariam em vigor e os EUA poderiam divulgar o texto para reduzir a pressão política sobre a Casa Branca. Nenhuma decisão sobre o adiantamento foi tomada até esta manhã, de acordo com a Axios.
Mesmo que o memorando seja firmado, a reunião entre o vice-presidente americano, JD Vance, e o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, ainda aconteceria como planejado nesta sexta-feira, na Suíça, para discutir o acordo nuclear, conforme o site de notícias americano.
O relato das duas fontes contradiz informações de uma terceira fonte de alto escalão do governo americano, segundo a qual o presidente dos EUA, Donald Trump, Vance e Ghalibaf já teriam assinado o memorando eletronicamente no domingo. A fonte familiarizada com as discussões confirmou que isso aconteceu e que esta seria uma "segunda assinatura", embora não esteja claro por que duas firmas eletrônicas sejam necessárias. A fonte diplomata negou à Axios que qualquer assinatura eletrônica tenha acontecido até o momento.
A espera da assinatura oficial para divulgar os termos do acordo teria sido um pedido do Irã, segundo a fonte familiarizada com as discussões, que negou pressão sobre o governo Trump.
(Com Agência Estado)
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