O grupo, em comunicado, prometeu fortalecer a segurança marítima e portuária para combater o tráfico de drogas, combater a infiltração de instituições públicas e privadas legítimas por redes criminosas e pressionar outras formas de crime organizado transnacional e fluxos financeiros ilícitos associados.
"Reconhecemos que as redes de tráfico de drogas perpetram e lucram com outras formas de crime organizado transfronteiriço - incluindo o tráfico de pessoas - bem como fraude, corrupção, lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e fluxos financeiros ilícitos relacionados", diz a nota.
Os países ainda afirmaram desmantelar a infraestrutura econômica que possibilita atividades ilegais e fortalecer investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar os lucros e ativos associados, incluindo ativos virtuais.
O Brasil e a Coreia do Sul, países parceiros do G7, também apoiaram a declaração.
Em uma nota separada, as grandes economias ainda reafirmaram seus esforços contínuos para prevenir e combater o contrabando de migrantes.
(Com Agência Estado)
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